Jogos com 60 minutos? FIFA quer uma revolução no futebol

Ideias prometem revolucionar o desporto e a forma como este é jogado

Videoárbitro. Novo sistema no desempate por penáltis e quatro substituições. A FIFA tem vindo a estudar e a tentar implementar novas medidas no futebol mundial, mas parece que não quer ficar por aqui. O objetivo do órgão máximo que tutela o futebol mundial será tornar o jogo mais fluído e fazer com que este tenha mais golos.

Até março de 2018, de acordo com o jornal O Jogo, o International Board, que é responsável pelas regras da modalidade, vai analisar novas medidas que prometem revolucionar o futebol e gerar bastante polémica.

Jogos com tempo útil de 60 minutos. Ao invés das duas partes de 45 minutos, o jogo seria dividido em duas partes de 30 minutos de tempo útil. Ou seja, o relógio pararia a cada interrupção ou sempre que a bola saísse do campo. Uma medida semelhante ao que acontece em modalidades como o hóquei patins e o basquetebol, por exemplo.

O fim do tempo de compensação. Com a introdução da já referida medida dos 60 minutos, o tempo de compensação deixa de fazer sentido. Assim, o jogo terminaria na primeira interrupção de jogo após a hora estipulada para o encontro.

Atraso ao guarda-redes? Penálti. Não, não falamos de um mero passe ao guarda-redes, mas sim quando este agarra a bola. Até agora é punível com livre direto mas, com as novas diretivas, o árbitro passaria a marcar penálti.

Acaba o penálti, surge o golo. Neste caso seria atribuído golo se um jogo evitar um golo certo com a mão, dentro da área, em vez de uma grande penalidade.

Mudanças nas marcações de livres e cantos. Aqui, o jogador poderia sair a jogar com a bola no pé, acabando-se a obrigatoriedade de passar a bola a um colega de equipa.

Faltas marcadas em bola corrida. De modo a aumentar a velocidade do jogo, e com que as faltas são marcadas, estas passariam a poder ser marcadas sem a bola estar parada.

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