Milhares de visitantes na abertura do MAAT

A fila para entrar no museu

As portas do museu abriram ao meio-dia. Cerca de 1800 pessoas entraram no novo edifício só na primeira hora. A fila é permanente.

Ao meio-dia, hora prevista para a abertura das portas do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), já era quase impossível passear, a pé ou de bicicleta, junto ao rio naquela zona de Lisboa. No terraço, nas rampas, nas escadas. Foram muitos os que quiseram estar entre os primeiros a visitar o novo edifício, projetado pelo ateliê AL_A, liderado pela arquiteta Amanda Levete, e que se colocaram na fila, de pé, ao sol, durante quase uma hora, até à abertura.

Lá dentro, o espaço é amplo e já não havia confusões. Na sala oval, a instalação Dominique Gonzalez-Foerster transforma-se num verdadeiro parque de diversões para as famílias. Nas outras salas, as instalações em vídeo iam prendendo a atenção dos visitantes. Mas era sobretudo o edifício o que todos queriam ver. Explorar os recantos. Admirar a beleza das formas. Tirar uma selfie.

Pouco depois das 13.00 tinham sido já 1800 as pessoas que tinham entrado no museu. Cá fora, as filas continuavam, ao longo do rio.

Há mais para ver hoje além das exposições. Às 17.00, a Casa da Música apresenta Digitópia, uma plataforma de música digital. Às 18.00, é a vez de Nástio Mosquito apresentar a sua performance, Respectable Thief. Carminho começa o seu concerto às 20.00 e às 21.30 é a vez dos Dead Combo. Pelas 22.00, há música com o d DJ set de Fatima al Qadiri.

Hoje, e só hoje, a entrada no museu é gratuita. A partir de amanhã já se paga 5 euros. E só em março entra em vigor o tarifário normal, com bilhetes para famílias e outros descontos. Mas o acesso ao terraço e às escadarias continuará a ser livre.

O museu, da Fundação EDP, representa um investimento global de 20 milhões de euros e vai estar em total funcionamento em março de 2017.

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