Revista de imprensa. Elementos do Grupo 1143 burlados e redicalização de crianças em jogos online
FOTO: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Elementos do Grupo 1143 burlados e redicalização de crianças em jogos online

Leia os destaques da imprensa desta quarta-feira, 11 de fevereiro.
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A demissão da ministra da Administração Interna, Maia Lúcia Amaral, está em destaque na imprensa desta quarta-feira, 11 de fevereiro, um dia que terá muita chuva e que poderá ter inundações nas zonas ribeirinhas. Mas há outros temas que merecem destaque.

O Expresso avança que neonazis do Grupo 1143 foram burlados em crowdfunding para apoiar elementos presos na Operação Irmandade. Segundo o jornal, uma mulher recebeu transferências por MBWay feitas pelos “irmãos” neonazis. Dois dias depois deixou de atender o telefone. A organizadora do peditório diz ao Expresso que o caso “foi resolvido internamente”.

No Público, lê-se que os jogos online, como o Roblox, estão a ser usados para radicalizar crianças.

O Jornal de Notícias escreve que o Porto de Leixões arrisca pagar cinco milhões por explosão e morte há 14 anos. Começa esta quarta o julgamento, em que família de operário reclama indemnização à APDL e a outras três empresas.

O Correio da Manhã titula que enfermeiro vai mandar na revolução enegética. Refere-se a Fábio José Alves Teixeira, que, conta o jornal, trabalhou no gabinete da atual ministra da Cultura e ex-ministra da Juventude, Margarida Balseiro Lopes, entre outubro de 2024 e 2 de novembro de 2025 e que foi contratado para ser coordenador na Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 (EMER 2030), entidade tutelada pela ministra do Ambiente e Energia, Maria Graça Carvalho. Segundo o CM, vai ganhar cerca de 3700 euros brutos por mês.

No Diário de Notícias destacamos que PS e Chega querem Seguro já envolvido na sucessão nas Forças Armadas.

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Leia aqui o DN desta quarta-feira, 11 de fevereiro

O Negócios diz que há 87 mil carros nas estradas que falharam “recalls”. O portal criado pela ACAP conta já com mais de “300 campanhas” de chamada à revisão de veículos introduzidas pelas fabricantes de automóveis. Carros que falharem um “recall” podem chumbar na inspeção, mas falta o IMT dar a ordem.

Na sequência da demissão da MAI, o Eco diz que remodelação alargada do Governo só com o novo Presidente.

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