Internamentos baixam em dia com mais 44 mortes e 30 757 casos

Há agora 2419 pessoas internadas -menos 141 que ontem - com covid-19, das quais 171 em unidades de cuidados intensivos (menos 7 que na véspera.

Portugal registou mais 44 mortes e 30 757 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) desta terça-feira, 8 de fevereiro.

Há agora 2419 pessoas internadas com covid-19, menos 141 que ontem, das quais 171 em unidades de cuidados intensivos - menos 7 que ontem.

Há agora 599 997 casos ativos, menos 8 150 que ontem, segunda-feira. Nas últimas 24 horas recuperaram da doença 38 863 pessoas.

"Estamos na fase em que podemos aliviar medidas. E devemos fazê-lo"

A pneumologista Raquel Duarte, que apoiou o governo em todas as propostas de desconfinamento, desde o início da pandemia, assume nesta entrevista ao DN que este é o momento certo para planear o combate à infeção no futuro. A mudança do paradigma pandemia versus endemia vai chegar em breve, mas há uma coisa que ninguém pode esquecer: "O vírus não desapareceu." Por isso, diz, é preciso manter a monitorização da doença e a vacinação dos mais vulneráveis. Mas há medidas que podem ser aligeiradas, como a testagem deixar de ser massiva para ser seletiva e o uso de máscara deixar de ser obrigatório nos espaços exteriores.

Alargadas vacinas aceites pelas autoridades portuguesas

As autoridades portuguesas passaram a aceitar, para efeitos de emissão de certificado ​​​​​​​covid-19, as vacinas chinesas da Sinopharm (Vero Cell) e Sinovac (Coronavac), assim como a da multinacional indiana Bharat Biotech International (Covaxin).

Segundo uma circular conjunta do Infarmed e da Direção Geral da Saúde (DGS), passam igualmente a ser aceites para emissão de certificado covid-19 autorizadas em países terceiros, sublicenciadas pelo mesmo titular da Autorização de Introdução no Mercado, incluindo neste grupo as vacinas dos produtores Verity Pharmaceuticals (Canadá), Fiocruz (Brasil) e R-Pharm (Rússia).

Até agora, o Infarmed apenas validava para a utilização do certificado digital as vacinas aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento (EMA, sigla em inglês): a da Moderna, a da Pfizer, a da Janssen, a da AstraZeneca (Vaxzevria - com a designação AZD1222) e da indiana Covovax.

"A completude de esquemas vacinais primários iniciados noutros países e/ou a administração de doses de reforço após conclusão de esquemas vacinais primários realizados noutros países, bem como a transcrição dos atos vacinais correspondentes deverão seguir as recomendações da DGS", lê-se ainda na nota.

A circular lembra ainda que, atualmente, são utilizadas várias vacinas contra a covid-19 com enquadramentos regulamentares distintos, "o que significa que podem chegar ao território nacional cidadãos vacinados com vacinas e esquemas vacinais diferentes dos recomendados em Portugal".

Desde segunda-feira, já não é preciso teste negativo para entrar em Portugal, bastando apresentar o certificado digital covid-19 da União Europeia ou outro comprovativo de vacinação reconhecido.

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