Navio patrulha "Viana do Castelo" parte sábado para missão da NATO no Mediterrâneo

A "missão primária" do navio patrulha oceânico é "dotar a NATO de uma capacidade naval permanente e de disponibilidade imediata no âmbito da guerra de minas", mas "também para cumprir outros tipos de tarefas em missões humanitárias, operações de busca, patrulha marítima e inativação de engenhos explosivos."

O navio patrulha oceânico "Viana do Castelo" parte este sábado para uma missão da NATO no Mediterrâneo, contando com 67 militares embarcados que têm regresso marcado para o dia 21 de dezembro.

Numa nota enviada à imprensa, o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) escreve que o navio patrulha parte da Base Naval de Lisboa, situada em Almada, "para integrar o "Standing NATO Mine Counter Measures Group 2 (SNMCMG2)", no âmbito das "enhanced NATO Response Force 2022 (eNRF)".

"A missão primária do SNMCMG2, como parte da eNRF, é dotar a NATO de uma capacidade naval permanente e de disponibilidade imediata no âmbito da guerra de minas, mas também para cumprir outros tipos de tarefas em missões humanitárias, operações de busca, patrulha marítima e inativação de engenhos explosivos", é adiantado no texto.

Este navio é comandado pelo capitão-de-fragata Sá Granja "e conta com 67 militares embarcados, incluindo uma equipa de segurança constituída por Fuzileiros, uma equipa do Destacamento de Mergulhadores nº 3, um médico naval e um oficial do Centro de Gestão e Análise de Dados Operacionais".

A cerimónia de largada do navio será presidida pelo secretário de Estado da Defesa Nacional, Marco Capitão Ferreira, onde também estarão presentes o Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Henrique Gouveia e Melo, e o Comandante Naval, vice-almirante Chaves Ferreira.

A participação nacional nesta missão "enquadra-se no âmbito do empenhamento das Forças Armadas em missões internacionais, em apoio à ação externa do Estado no setor da Defesa, tendo em vista cumprir com os compromissos assumidos por Portugal junto de Organizações Internacionais", lê-se na nota.

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