Escola Emídio Navarro é jornalista por um dia no Media Lab

Os alunos da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico Emídio Navarro, de Almada, visitaram o DN para aprender mais sobre jornalismo

De início , os estudantes tiveram oportunidade de fazer uma "viagem no tempo" e espreitar os antepassados do jornal e, em seguida, participar numa conversa sobre a evolução da comunicação.

Depois de compreenderem melhor como tudo funciona, os jovens puseram mãos à obra e fizeram as suas próprias primeiras páginas, com notícias por si selecionadas.

Alguns dos alunos fizeram um noticiário em rádio e conheceram os estúdios da TSF. Os restantes foram à redação do DN.

O projeto educativo Media Lab tem como principal objetivo promover a literacia mediática e formar cidadãos ativos. Visite o projeto em www.medialab.dn.pt.

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Opinião

DN+ João

Os floristas da Rua da Alegria, no Porto, receberam uma encomenda de cravos vermelhos para o dia seguinte e não havia cravos vermelhos. Pediram para que lhes enviassem alguns do Montijo, onde havia 20, de maneira a estarem no Porto no dia 18 de julho. Assim foi, chegaram no dia marcado. A pessoa que os encomendou foi buscá-los pela manhã. Ela queria-os todos soltos, para que pudessem, assim livres, passar de mão em mão. Quando foi buscar os cravos, os floristas da Rua da Alegria perguntaram-lhe algo parecido com isto: "Desculpe a pergunta, estes cravos são para o funeral do Dr. João Semedo?" A mulher anuiu. Os floristas da Rua da Alegria não aceitaram um cêntimo pelos cravos, os últimos que encontraram, e que tinham mandado vir no dia anterior do Montijo. Nem pensar. Os cravos eram para o Dr. João Semedo e eles queriam oferecê-los, não havia discussão possível. Os cravos que alguns e algumas de nós levámos na mão eram a prenda dos floristas da Rua da Alegria.

Opinião

DN+ Quem defende o mar português?

Já Pascal notava que através do "divertimento" (divertissement) os indivíduos deixam-se mergulhar no torpor da futilidade agitada, afastando-se da dura meditação sobre a nossa condição finita e mortal. Com os povos acontece o mesmo. Se a história do presente tiver alguém que a queira e possa escrever no futuro, este pobre país - expropriado de alavancas económicas fundamentais e com escassa capacidade de controlar o seu destino coletivo - transformou 2018 numa espécie de ano do "triunfo dos porcos". São incontáveis as criaturas de mérito duvidoso que através do futebol, ou dos casos de polícia envolvendo tribalismo motorizado ou corrupção de alto nível, ocupam a agenda pública, transformando-se nos sátiros da nossa incapacidade de pensar o que é essencial.