Jerónimo reconhece "perda" mas exige salário mínimo até aos 850 euros

Líder dos comunistas prometeu contribuir, no Parlamento, "para a aprovação de medidas que considere positivas".

O líder do PCP assumiu nesta noite que a CDU perdeu representação no Parlamento. "Houve uma perda, assumimos isso", disse Jerónimo de Sousa.

Segundo afirmou, a "redução da expressão eleitoral" da CDU significará que "os interesses do povo saem enfraquecidos".

O líder comunista não se comprometeu com nenhuma nova geringonça com o PS.

A CDU, disse, "contribuirá para a aprovação de medidas que considere positivas" e dará "combate a todas as medidas negativas".

Mas à partida sabe que "o PS não está em condições de assegurar" o prosseguimento de uma "política patriótica de esquerda".

As exigências imediatas vão para um aumento do salário mínimo até aos 850 euros, a universalização das creches públicas grátis para crianças até aos 3 anos" e "reforço do investimento" no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Às 22.17, com 95% das mesas apuradas (faltando 116 freguesias e todos os 32 consulados), a CDU tinha seis deputados eleitos (226,8 mil votos).

Com o mesmo apuramento, há quatro anos, a CDU tinha 321,3 mil votos e sete deputados eleitos.

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