Direito de Resposta

"CMTV vai a julgamento por divulgar vídeos de interrogatórios de Miguel Macedo"

"O Jornal Diário de Notícias publicou na sua edição on-line de 31 de Outubro de 2018 um artigo intitulado "CMTV vai a julgamento por divulgar vídeos de interrogatórios de Miguel Macedo" da autoria de Fernanda Câncio, no qual é expressamente afirmado no próprio título, e indiciado no corpo da notícia, que o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, pronunciou a "CMTV" pela prática do crime de desobediência previsto no artigo 348º do Código Penal pela publicação dos vídeos dos interrogatórios de Miguel Macedo no caso Vistos Gold, conduzindo os leitores a crer na submissão do canal televisivo a julgamento.

Todas as conclusões que a notícia indica são falsas, atingindo de uma forma inaceitável, o bom-nome e a reputação da Cofina Media, S.A. enquanto detentora do serviço de programas "CMTV".

Nunca a Cofina Media, S.A. foi pronunciada pelo crime de desobediência nem tampouco o seu canal televisivo.

Foram apenas pronunciadas as jornalistas Débora Carvalho, Tânia Laranjo e Mónica Ribeiro. Os jornalistas são independentes da sua entidade patronal, não solicitando, em momento algum, a intervenção da administração para a autorização de qualquer notícia a ser transmitida.

Não cabe à Cofina Media, S.A na sua qualidade de empresa proprietária do serviço de programas, orientar, superintender nem determinar a atuação dos seus jornalistas.

Contrariamente ao que a notícia transmite, o canal "CMTV" e os seus jornalistas não se confundem, razão pela qual, o conteúdo da notícia a que se responde é manifestamente falso e indutor dos leitores em erro quando refere expressamente "CMTV vai a julgamento por divulgar vídeos interrogatórios de Miguel Macedo" desconsiderando assim, sem mais, a separação entre o poder económico e a liberdade editorial, previstos na Constituição da República Portuguesa, na lei da Imprensa e no Estatuto dos Jornalistas.

Assim, repudiamos todas as imputações e falsas afirmações que o artigo lança sobre o nosso canal televisivo "CMTV" exigindo a reposição da verdade, para salvaguarda da reputação da Cofina Media, S.A.

O Conselho de Administração

Alda Delgado

Luís Santana

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