<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"><channel><title>dn</title><link>https://www.dn.pt</link><description>Porque a realidade é mais do que preto ou branco</description><atom:link href="https://www.dn.pt/stories.rss" rel="self" type="application/rss+xml"></atom:link><language>pt</language><lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2026 08:52:54 +0000</lastBuildDate><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency><item><title>Combustíveis ficam mais caros na próxima segunda-feira</title><link>http://dinheirovivo.dn.pt/economia/combustveis-ficam-mais-caros-na-prxima-segunda-feira</link><comments>http://dinheirovivo.dn.pt/economia/combustveis-ficam-mais-caros-na-prxima-segunda-feira#comments</comments><guid isPermaLink="false">00b9c74f-84fb-4c13-945b-9e81813dda96</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:40:58 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T08:40:58.783Z</atom:updated><atom:author><atom:name>Tomás Gonçalves Pereira</atom:name><atom:uri>/api/author/2343555</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Combustíveis,gasolina,gasóleo,combustível,gasolineiras</media:keywords><media:content height="4000" url="https://media.assettype.com/dn/2026-04-03/k9acpm76/31032026-PAULO-SPRANGER559810.JPG" width="6000"><media:title type="html"></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2026-04-03/k9acpm76/31032026-PAULO-SPRANGER559810.JPG?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>economia</category><category>Economia</category><category>dinheiro vivo</category><content:encoded><![CDATA[ <p>A subida do preço do petróleo volta a colocar o custo do gasóleo e da gasolina em alta, na próxima semana.</p><p>Na segunda-feira, o litro de gasóleo deve passar a custar mais 13,5 cêntimos. Em simultâneo, a gasolina vai subir 6,5 cêntimos, de acordo com as estimativas do Automóvel Club de Portugal (ACP).</p><p>Os preços são até esta sexta-feira de 1,853 euros por litro de gasóleo e 1,915 euros por litro de gasolina, de acordo com os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). Posto isto, devem avançar para 1,988 euros e 1,980 euros, respetivamente.</p><p>A variação tem por base o preço do petróleo bruto no fecho dos mercados financeiros de quinta-feira. Falta que se conheçam as variações de sexta-feira para saber o preço final.</p>    ]]></content:encoded></item><item><title>Milhares de alunos esperam receber esta sexta-feira as notas dos exames nacionais</title><link>https://www.dn.pt/sociedade/milhares-de-alunos-esperam-receber-esta-sexta-feira-as-notas-dos-exames-nacionais</link><comments>https://www.dn.pt/sociedade/milhares-de-alunos-esperam-receber-esta-sexta-feira-as-notas-dos-exames-nacionais#comments</comments><guid isPermaLink="false">58e288cb-713b-4835-b316-d04db4407604</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:13:22 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T08:13:22.170Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>exames nacionais</media:keywords><media:content height="798" url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-17/8axcgd2k/exames-3.avif" width="1200"><media:title type="html"></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-17/8axcgd2k/exames-3.avif?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>Sociedade</category><category>Atualidade</category><content:encoded><![CDATA[ <p>Milhares de alunos do ensino secundário aguardam esta sexta-feira, 17 de julho, pela divulgação das notas dos exames nacionais, mas a afixação das pautas depende da classificação de todas as provas, um processo marcado por atrasos, problemas técnicos e falta de classificadores.</p><p>A possibilidade de as pautas não serem afixadas durante o dia de hoje chegou a ser admitida pelo ministro da Educação na véspera, quando faltavam avaliar 0,5% das respostas, mas Fernando Alexandre acabou por se mostrar confiante de que seriam afixadas durante a tarde de hoje.</p><p><strong>“Tivemos uma excelente recetividade [dos professores], as avaliações estão a decorrer e estamos muito confiantes que amanhã [sexta-feira] à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas”, declarou aos jornalistas no final do debate sobre o estado da nação.</strong></p> <aside><a href="https://www.dn.pt/política/ministro-da-educao-confiante-que-todas-as-notas-dos-exames-nacionais-sero-publicadas-na-sexta-feira-tarde">Ministro da Educação confiante que todas as notas dos exames nacionais serão publicadas na sexta-feira à tarde</a></aside> <p>No dia em que&nbsp;centenas de milhares de alunos esperam ver afixados os seus resultados, o ministro da Educação estará no parlamento, para um debate de urgência, requerido pelo PCP, sobre os exames nacionais.&nbsp;</p><p>Com mais de 300 mil provas realizadas em papel, a implementação do processo de classificação digital, que acontece pela primeira vez, implicou a digitalização de milhões de folhas de resposta, posteriormente distribuídas pelos professores para classificação.</p><p><strong>Os problemas começaram a surgir, desde logo, com o exame de Português – o primeiro realizado pelos alunos – que tardou a chegar aos classificadores por “dificuldades técnicas”, segundo o Júri Nacional de Exames (JNE).</strong></p> <aside><a href="https://www.dn.pt/sociedade/educao-dos-exames-falta-de-docentes-ano-letivo-fecha-com-cerco-ao-ministro">Educação. Dos exames à falta de docentes: ano letivo fecha com cerco ao ministro</a></aside> <p>Aos primeiros atrasos na disponibilização das provas, seguiram-se relatos de folhas mal digitalizadas, respostas incompletas por falta de folhas de continuação e dificuldades na plataforma de classificação.</p><p>“[As dificuldades] estão a ser resolvidas, nós continuamos dentro dos prazos previstos”, afirmou o ministro da Educação, Ciência e Inovação no dia 29 de junho, seis dias após o arranque do processo de classificação.</p><p>Na mesma semana, o Governo acabou por anunciar o adiamento da divulgação dos resultados, de 14 para 17 de julho.</p><p><strong>De acordo com o novo calendário, os professores teriam até às 23h59 do dia 14 de julho para classificar os exames nacionais – mais quatro dias do que inicialmente previsto –, mas, a poucas horas do fim do prazo, o Ministério prolongou-o por mais 24 horas.</strong></p><p>Na altura, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) garantiu que o prolongamento do prazo não punha em causa a afixação das pautas, mas na quinta-feira ainda havia provas por classificar.</p><p>"Estamos com dificuldades em conseguir que haja professores classificadores para algumas provas", disse Fernando Alexandre na quinta-feira, justificando o atraso na conclusão do processo.</p><p>Por outro lado, na reta final do processo, os docentes continuavam a receber novos itens para classificar, devido a falhas identificadas durante a verificação e validação do sistema.</p><p><strong>Entre folhas de continuação com repostas e novas digitalizações, alguns professores tiveram mesmo de classificar itens que já tinham avaliado, merecendo, por isso, um pedido de desculpas por parte do ministro da Educação.</strong></p><p>Depois da publicação das pautas, os alunos que queiram repetir a avaliação deverão inscrever-se na 2.ª fase,&nbsp;inicialmente prevista para começar a 16 de julho, mas que arranca apenas na tarde de 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.</p><p>Poderão também pedir a reapreciação da prova,&nbsp;dispondo de dois dias úteis para formalizar o pedido, após receberem a cópia do exame.</p><p>Professores e diretores escolares admitem que este ano o número de pedidos possa aumentar, devido aos constrangimentos registados durante o processo de classificação.</p><aside><a href="https://www.dn.pt/sociedade/fenprof-acusa-ministrio-da-educao-de-amadorismo-no-processo-dos-exames-nacionais-e-pede-mudanas">Fenprof acusa Ministério da Educação de amadorismo no processo dos exames nacionais e pede mudanças</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>AEP leva 20 empresas nacionais à maior feira de negócios de Angola  </title><link>http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/aep-leva-20-empresas-nacionais-maior-feira-de-negcios-de-angola</link><comments>http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/aep-leva-20-empresas-nacionais-maior-feira-de-negcios-de-angola#comments</comments><guid isPermaLink="false">d704a065-8375-496f-92ef-fcb5e6699a99</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:04:56 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T08:04:56.573Z</atom:updated><atom:author><atom:name>Nuno Braga</atom:name><atom:uri>/api/author/2356263</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Empresas,Angola,AEP - Associação Empresarial de Portugal,AICEP,Câmara de Comércio e Indústria Portugal‑Angola (CCIPA),Feira Internacional de Luanda (FILDA)</media:keywords><media:content height="1632" url="https://media.assettype.com/dn/import/dncxpgxxypnfpero/cmkdsba11rcl.jpg" width="2448"><media:title type="html"><![CDATA[ Presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro]]></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/import/dncxpgxxypnfpero/cmkdsba11rcl.jpg?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>empresas</category><category>Economia</category><content:encoded><![CDATA[ <p>A Associação Empresarial de Portugal (AEP) lidera uma delegação de vinte empresas portuguesas na 41.ª Feira Internacional de Luanda (FILDA), que decorre entre 21 e 26 de julho na Zona Económica Especial Luanda‑Bengo. </p><p>A iniciativa surge em coordenação institucional com a AICEP — Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal — e com a Câmara de Comércio e Indústria Portugal‑Angola (CCIPA).</p><p>A comitiva portuguesa integra empresas de setores variados com potencial exportador e de cooperação: fabricantes de maquinaria industrial, produtores de azeite e laticínios, empresas de consultoria e <em>software</em>, embalagens de papel e cartão, têxtil, produtos de limpeza, farmacêuticas, e fornecedores de mobiliário e iluminação. </p><p>A diversidade representa um foco claro em oportunidades de internacionalização e fornecimento para cadeias produtivas angolanas em expansão.</p><p>A organização da FILDA 2026 regista até agora 2.348 participações diretas e indiretas e a presença anunciada de mais de 20 países. </p><p>Estão representadas dez províncias angolanas, destacando o alcance nacional do certame: Benguela, Cabinda, Bié, Huambo, Huíla, Icolo e Bengo, Luanda, Namibe, Uíge e Zaire. </p><p>O evento ocupa três pavilhões expositivos, duas áreas exteriores para maquinaria industrial e inclui salas de conferências e espaços destinados a reuniões B2B.</p><p>O tema desta edição, "Produzir e inovar localmente, vencer globalmente", sublinha a ênfase nas cadeias de valor locais e na atração de investimento para produção doméstica com vista à exportação. </p><p>Na edição anterior, em 2025, a FILDA contou com cerca de 1.800 empresas de 18 países e estimou‑se que tenha gerado mais de 60 milhões de dólares em negócios (cerca de 52 milhões de euros), um indicador de relevância económica para operadores estrangeiros e nacionais.</p><p>Para as empresas portuguesas, a participação na FILDA representa uma oportunidade de afinar estratégias de entrada no mercado angolano, explorar contratos de fornecimento público e privado e estabelecer parcerias locais. </p><aside><a href="https://www.dn.pt/economia/guerra-aep-pede-ao-governo-prorrogao-do-desconto-no-isp-para-apoiar-empresas-e-famlias">Guerra. AEP pede ao Governo prorrogação do desconto no ISP para apoiar empresas e famílias</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>Falha nos motores leva a cancelamento de descolagem de mega‑foguetão da SpaceX</title><link>https://www.dn.pt/internacional/falha-nos-motores-leva-a-cancelamento-de-descolagem-de-megafogueto-da-spacex</link><comments>https://www.dn.pt/internacional/falha-nos-motores-leva-a-cancelamento-de-descolagem-de-megafogueto-da-spacex#comments</comments><guid isPermaLink="false">6f4c8007-8f7c-416a-a828-9e8254499695</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:45:17 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T07:45:17.583Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Elon Musk,SpaceX,foguetão</media:keywords><media:content height="672" url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-17/0tcusxd8/foguetao.png" width="996"><media:title type="html"></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-17/0tcusxd8/foguetao.png?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>Internacional</category><category>Atualidade</category><category>empresas</category><content:encoded><![CDATA[ <p>O mega‑foguetão Starship da SpaceX, que transportava vários satélites avançados, teve o voo de teste cancelado segundos antes da descolagem esta quinta‑feira, 16 de julho,  depois de falhas de ignição em vários dos motores.</p><p><strong>O fundador e presidente executivo da empresa, Elon Musk, afirmou que dois motores serão substituídos “para garantir um bom voo” antes de o Starship descolar do Texas numa viagem suborbital.</strong> Será o 13.º voo do Starship, considerado o maior e mais potente foguetão do mundo, com 124 metros de altura e 33 motores principais.</p><figure><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1379697234103594%2F&show_text=true&width=267&t=0" width="267" height="591" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></figure><p>A transmissão da SpaceX mostrou o início da ignição três segundos antes da descolagem prevista, filmado por um drone sobre a plataforma. Sem detalhar, os dados que apareciam no ecrã revelaram quatro motores sem funcionar, com os restantes 29 a desligarem‑se de imediato, mantendo o foguetão preso à base. Foi a primeira vez que um Starship em escala completa sofreu um cancelamento no último segundo.</p><p>A equipa de lançamento iniciou de imediato a drenagem do combustível. <strong>“O momento mais provável para o lançamento é no início da próxima semana”,</strong> disse Musk na rede social X.</p> <figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Some of the engines didn’t start, triggering an automatic launch abort. <br><br>Now offloading propellant.<br><br>Next launch attempt hopefully in a few days.</p>&mdash; Elon Musk (@elonmusk) <a href="https://x.com/elonmusk/status/2077890013841310149?ref_src=twsrc%5Etfw">July 16, 2026</a></blockquote>
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</figure> <p>Apesar das condições favoráveis, o sistema automático de lançamento funcionou como previsto ao travar a descolagem, após ter registado que um número insuficiente de motores estavam ativos, o que poderia ter comprometido a missão. <strong>O cancelamento ocorreu depois de alguns voos anteriores do Starship terminarem em explosões.</strong></p> <h2>Transportava 20 dos mais recentes e avançados satélites Starlin</h2><p>O Starship transportava 20 dos mais recentes e avançados satélites Starlink, destinados a serem libertados durante o voo de cerca de uma hora a partir da base da SpaceX junto à fronteira Texas‑México. Os satélites iriam tentar comunicar com os Starlink já em órbita e captar imagens do escudo térmico do foguetão.</p><p>A agência espacial NASA contratou a SpaceX e a Blue Origin, de Jeff Bezos, para desenvolver e operar os módulos lunares que permitirão o regresso humano à superfície lunar após mais de meio século.</p><p>Ambas as empresas têm de ter os seus módulos — Starship e Blue Moon — prontos até ao próximo ano, para que a tripulação da missão Artemis III possa praticar o acoplamento em órbita terrestre.</p><p>A missão seguinte, Artemis IV, prevista para não antes de 2028, deverá usar um desses módulos para levar dois astronautas à região polar sul da Lua.</p><figure><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=320&href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F963993806664113%2F&show_text=true&width=560&t=0" width="560" height="435" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></figure><aside><a href="http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/spacex-adiou-lanamento-da-nova-verso-do-starship-devido-a-problemas-de-ultima-hora">SpaceX adiou lançamento da nova versão do Starship devido a problemas de ultima hora
</a></aside><aside><a href="http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/google-discute-colocar-data-centers-no-espao-em-parceria-com-a-spacex">Google discute colocar 'data centers' no espaço em parceria com a SpaceX</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>Guterres alerta contra controlo da IA por “um punhado de países ou empresas”
</title><link>http://dinheirovivo.dn.pt/economia/guterres-alerta-contra-controlo-da-ia-por-um-punhado-de-pases-ou-empresas</link><comments>http://dinheirovivo.dn.pt/economia/guterres-alerta-contra-controlo-da-ia-por-um-punhado-de-pases-ou-empresas#comments</comments><guid isPermaLink="false">2cffe15f-232f-48e1-b4ec-12e53a45fe9a</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:43:14 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T07:43:14.047Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Inteligência Artificial,ONU,Empresas,China,António Guterres,Xangai,Países</media:keywords><media:content height="1633" url="https://media.assettype.com/dn/import/dncxpgxxypnfpero/lrljbunlowtj.jpg" width="2448"><media:title type="html"><![CDATA[ Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres]]></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/import/dncxpgxxypnfpero/lrljbunlowtj.jpg?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>economia</category><category>empresas</category><category>Economia</category><category>Internacional</category><content:encoded><![CDATA[ <p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou esta sexta-feira para que não se permita a “um punhado de países ou empresas” controlar o futuro da inteligência artificial (IA), sublinhando que deve ser a humanidade a “moldar” essa tecnologia.</p><p>O dirigente português fez este apelo durante um discurso na inauguração da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), o principal evento deste setor emergente na China, que decorre até segunda-feira em Xangai.</p><p>“A IA pode ser uma das maiores oportunidades para a humanidade no século XXI, mas também poderá ser um dos seus maiores riscos. (...) A tecnologia deve estar ao serviço das pessoas e não o contrário”, advertiu Guterres.</p><p>Na sua perspetiva, os riscos concentram-se na ameaça de “desigualdades ainda maiores” em matéria de rendimento, oportunidades ou segurança: “Não podemos permitir que isso aconteça. O desafio que enfrentamos é garantir que a IA se torne uma força para maior inclusão e para o progresso comum”.</p><p>“Um terço da humanidade continua desconectada. Muitos países ainda enfrentam lacunas de conectividade, infraestrutura e acesso à energia. A capacidade de computação, os recursos de dados e os conhecimentos técnicos permanecem concentrados”, detalhou o representante da ONU.</p><p>Neste sentido, Guterres pediu “apoio total” aos líderes presentes para iniciativas da ONU, como uma rede global de intercâmbio e cooperação na construção de capacidades em IA ou um fundo global para essa tecnologia.</p><p>O objetivo do português é que a tecnologia “seja construída com países em desenvolvimento para países em desenvolvimento”. “Isso significa modelos abertos que os países possam adotar, capacidade de computação que possam suportar e formação para as pessoas que a irão utilizar”, explicou.</p><p>O secretário-geral da ONU manifestou esperança de que a IA seja uma ferramenta essencial para os objetivos de desenvolvimento sustentável, ao “acelerar os avanços médicos, transformar a educação, reforçar os sistemas alimentares e a produtividade agrícola ou impulsionar novas indústrias e criar empregos dignos”.</p><p>Ainda assim, defendeu a necessidade de regular a segurança desta tecnologia: “Os sistemas que atravessam fronteiras precisam de normas que atravessem fronteiras”.</p><p>“Precisamos de uma governação inclusiva, interligada e enraizada no direito internacional. Os direitos humanos devem ser protegidos. Os humanos devem manter o controlo sobre qualquer decisão de vida ou morte. E nenhum sistema de IA deve ser colocado nas mãos de uma criança antes de se demonstrar que é seguro”, enumerou.</p><p>Por fim, Guterres abordou a crescente procura energética derivada do avanço da IA, exigindo que “todas as grandes empresas de IA revelem a pegada ambiental completa dos seus sistemas e que os alimentem com energias renováveis antes de 2030”.</p><aside><a href="http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/antnio-guterres-apelou-regulao-internacional-da-inteligncia-artificial">António Guterres apelou à regulação internacional da Inteligência Artificial</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;A beber muito. Não havia solução&quot;. Secretário pessoal diz que Maradona &quot;estava em queda livre&quot; antes da morte</title><link>https://www.dn.pt/internacional/a-beber-muito-no-havia-soluo-secretrio-pessoal-diz-que-maradona-estava-em-queda-livre-antes-da-morte</link><comments>https://www.dn.pt/internacional/a-beber-muito-no-havia-soluo-secretrio-pessoal-diz-que-maradona-estava-em-queda-livre-antes-da-morte#comments</comments><guid isPermaLink="false">7cc8daad-3265-487b-bed4-57b5d792fc10</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:30:22 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T07:30:22.934Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Óbito,Argentina,Maradona</media:keywords><media:content height="2048" url="https://media.assettype.com/dn/2025-05-29/yd3vv3j2/maradona.jpg" width="3072"><media:title type="html"></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2025-05-29/yd3vv3j2/maradona.jpg?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>Internacional</category><category>Atualidade</category><content:encoded><![CDATA[ <p>O secretário pessoal de Diego Maradona declarou esta quinta‑feira, no julgamento pela morte do ídolo argentino que, um mês antes do morrer, este estava “em queda livre” por problemas de saúde e consumo de álcool em excesso.</p><p>Maximiliano Pomargo integrava a equipa liderada pelo advogado e representante de Maradona, Matías Morla, responsável pelas questões pessoais, comerciais e legais da estrela do futebol (1960-2020), tendo começado a trabalhar como secretário pessoal em 2016.</p><p>Segundo explicou, tratava de tudo, “desde comprar um par de ténis, até falar com o presidente da FIFA”.</p><p><strong>Questionado sobre o estado de saúde do ex‑futebolista em outubro de 2020, um mês antes da morte, Pomargo respondeu que “Diego estava em queda livre”, dizendo que alertou o médico de família, Leopoldo Luque, para o consumo excessivo de álcool da antiga glória do Boca Juniors e do Napóles.</strong></p><p>“Estava a beber muito. Não havia solução. <strong>Nesse mês chegou a discutir‑se a hipótese de interná‑lo à força, falava‑se disso”,</strong> afirmou.</p><p>O testemunho revelou contradições sobre o tratamento domiciliário a que Maradona foi submetido entre 11 e 25 de novembro de 2020, dia em que morreu.</p><p>Pomergo negou, inicialmente, ter influência nessa decisão, considerada crucial no desfecho fatal pela acusação, mas, confrontado com mensagens em sentido contrário, disse, posteriormente, que Maradona não queria ser internado e que ele “nunca teria feito nada contra a vontade de Diego”.</p><p><strong>Pomargo disse desconhecer antecedentes cardíacos, mas admitiu saber dos problemas de saúde tornados públicos antes de integrar a equipa, embora não acreditasse nas notícias da imprensa.</strong></p><p><strong>O então secretário pessoal relatou ainda que, em agosto desse ano, exames médicos revelaram problemas no fígado, acrescentando que disse a "Luque para o assustar [a Maradona] com isso, para que deixasse de beber”.</strong></p><p>Questionado pelo presidente do tribunal, Alberto Gaig, se apenas o vício do álcool tornava a saúde de Maradona frágil, este respondeu que as conversas sobre o estado do antigo jogador giravam sempre em torno desse aspeto.</p><p>Pomargo contou que, nos últimos dias de vida de Maradona, disse a Luque e à psiquiatra Agustina Cosachov, também acusada, que via o ex-jogador muito inchado e deprimido.</p><p><strong>O secretário é uma das várias pessoas próximas de Maradona, incluindo filhas, que dias antes da morte notaram uma estranha inflamação.</strong></p><p>“Quando avisei da inflamação, Luque disse‑me que era porque Diego passava muito tempo deitado”, acrescentou.</p><p><strong>Maradona morreu de edema pulmonar agudo, tendo ainda uma insuficiência cardíaca crónica aguda, segundo a autópsia.</strong></p><p>Além de Luque e Cosachov, também estão a ser julgados por homicídio simples com dolo eventual a coordenadora de cuidados domiciliários da Swiss Medical, Nancy Forlini, o clínico Pedro Di Spagna, o coordenador de enfermeiros Mariano Perroni, o enfermeiro Ricardo Almirón e o psicólogo Carlos Díaz.</p><p><strong>Carlos Díaz apresentou na quinta‑feira um novo depoimento, afirmando que os profissionais responsáveis pela saúde do ex‑futebolista não aceitavam as sugestões que este propunha.</strong></p><p>“As minhas intenções, as minhas sugestões, pelos vistos não eram bem recebidas”, disse Díaz, após exibir várias mensagens em que médicos e pessoas próximas de Maradona falavam em afastá‑lo do tratamento.</p><p>Nas trocas de mensagens reveladas, Luque e Pomargo referiam a ideia de “dar a volta” ao psicólogo, acusando‑o de expô‑los perante a família do argentino.</p><p>Especialista em adições, Díaz relatou que a psiquiatra Agustina Cosachov rejeitou as suas “sugestões farmacológicas”, que incluíam um medicamento capaz de provocar uma reação desagradável quando misturado com álcool, para impedir que Maradona bebesse.</p><p>Questionado sobre a acusação de integrar um suposto plano para acabar com a vida do ex‑jogador, respondeu que o seu único plano era oferecer um "tratamento abstencionista para Maradona”.</p><p>“Não poderia ter feito nada diferente para evitar um quadro cardíaco, não tenho esse tipo de conhecimento”, acrescentou.</p><aside><a href="https://www.dn.pt/cultura/the-match-cannes-celebra-diego-maradona">'The Match'. Cannes celebra Diego Maradona</a></aside><aside><a href="https://www.dn.pt/desporto/promotor-mostra-fotografia-de-maradona-minutos-após-ter-morrido">Procurador mostra fotografia de Maradona minutos após ter morrido (com vídeo)</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>Empresários admitem risco do Brasil deixar de exportar carne para a UE


</title><link>http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/empresrios-admitem-risco-do-brasil-deixar-de-exportar-carne-para-a-ue</link><comments>http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/empresrios-admitem-risco-do-brasil-deixar-de-exportar-carne-para-a-ue#comments</comments><guid isPermaLink="false">fd9b561a-9952-47e5-b604-f7b2f385dd82</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:29:04 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T07:29:04.604Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Brasil,Exportações,carne de vaca,União Europeia (UE),Abiec</media:keywords><media:content height="3000" url="https://media.assettype.com/dn/2025-12-31/na0n5xqy/Carne.jpg" width="4500"><media:title type="html"><![CDATA[ O preço da carne deverá aumentar em 7% em 2026]]></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2025-12-31/na0n5xqy/Carne.jpg?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>empresas</category><category>Economia</category><category>Internacional</category><category>Negócios BR</category><content:encoded><![CDATA[ <p>A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que existem grandes possibilidades de o setor não conseguir cumprir as exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos.</p><p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o setor teme perder acesso ao mercado europeu porque o período necessário para adaptação às novas regras sanitárias seria de aproximadamente 30 meses.</p><p>“Há uma grande possibilidade de a gente não conseguir vender mais para a União Europeia a partir de setembro e ter um período de adaptação”, declarou Perosa durante uma conferência de imprensa.</p><p>Em maio, a UE retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano e a decisão entra em vigor em 03 de setembro de 2026.</p><p>A Comissão Europeia justificou a exclusão por considerar que o Brasil não cumpre as exigências relacionadas com o uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais destinados à exportação.</p><p>Segundo a Abiec, o mercado europeu representa entre 5% e 6% da faturação das exportações brasileiras de carne bovina embora tenha importância muito superior ao seu volume de compras.</p><p>Perosa classificou a UE como “um mercado pequeno em volume, mas com muito valor agregado, e compra cortes únicos”.</p><p>O dirigente acrescentou que os países europeus também influenciam a formação dos preços internos e a reputação internacional da proteína brasileira.</p><p>“Além disso, eles são importantes na formulação de preços no mercado interno e na reputação internacional da proteína brasileira”, afirmou.</p><p>Perosa disse ainda que existe preocupação com a possibilidade de outros mercados seguirem a posição europeia e criarem restrições semelhantes para a carne bovina brasileira.</p><p>Segundo o dirigente, esse movimento poderá ampliar os impactos negativos para as exportações nacionais caso novas barreiras sanitárias sejam adotadas por outros parceiros comerciais.</p><p>Na semana passada, documentos oficiais revelados em exclusivo pela Lusa mostraram que o Governo brasileiro atribuiu parte da responsabilidade pela exclusão do Brasil da lista europeia ao setor privado.</p><p>Em resposta ao Congresso Nacional, o Ministério da Agricultura e Pecuária afirmou que a adaptação às novas exigências sanitárias dependia “em grande medida” das empresas brasileiras.</p><p>A resposta encaminhada ao Congresso relata que, ao longo de três anos, o Governo brasileiro enviou diversos ofícios, promoveu reuniões técnicas e pediu repetidamente que as entidades do setor apresentassem propostas capazes de atender às exigências estabelecidas pela Comissão Europeia.</p><p>Os documentos consultados pela Lusa revelam ainda que a autoridade europeia criticou a “recorrente falta de informações completas” enviadas pelo Governo brasileiro entre 2023 e 2026.</p><p>Questionado pela Lusa sobre a posição do Governo, Roberto Perosa evitou comentar as responsabilidades apontadas pelo ministério.</p><p>“O momento é de olhar para a frente”, respondeu.</p><p>Além dos desafios no mercado europeu, Perosa abordou as dificuldades enfrentadas pelo setor no mercado chinês que atualmente também afetam as perspetivas das exportações brasileiras.</p><p>Segundo o dirigente, o setor enfrenta um cenário difícil e muitas empresas operam atualmente com resultados negativos, com a diminuição dos embarques para a China a explicar a revisão das projeções para o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina.</p><p>Maior produtor mundial de proteína animal, o Brasil tem na China o principal destino das exportações de carne bovina.</p><p>Em 2025, o Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas para a China, mas uma nova quota de exportação criada por Pequim reduziu o limite para 1,106 milhão de toneladas, que se esgotou este mês.</p><p>Depois de esgotada a quota, a tarifa de importação aplicada à carne bovina brasileira aumenta de cerca de 12% para 67% devido à aplicação de uma sobretaxa de 55%.</p><p>Perosa afirmou ainda que o impacto das restrições externas deverá refletir-se também no mercado interno nos próximos meses.</p><p>Segundo explicou, inicialmente poderá ocorrer redução dos preços mas a tendência é de subida a partir de setembro devido à diminuição do abate de bovinos.</p><aside><a href="https://dnbrasil.dn.pt/negcios-br/governo-atribui-ao-setor-privado-parte-da-responsabilidade-por-veto-da-ue-carne-brasileira">Governo atribui ao setor privado parte da responsabilidade por veto da UE à carne brasileira</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>EUA designam dois novos cartéis mexicanos como organizações terroristas
</title><link>https://www.dn.pt/internacional/eua-designam-dois-novos-cartis-mexicanos-como-organizaes-terroristas</link><comments>https://www.dn.pt/internacional/eua-designam-dois-novos-cartis-mexicanos-como-organizaes-terroristas#comments</comments><guid isPermaLink="false">41877eec-6e45-4376-98c0-da017e94b149</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:19:39 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T07:19:39.536Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>EUA,México,Organizações terroristas,Marco Rubio,cartéis</media:keywords><media:content height="576" url="https://media.assettype.com/dn/2026-03-17/92w3xfcl/marco-rubio.avif" width="1024"><media:title type="html"><![CDATA[ Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA]]></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2026-03-17/92w3xfcl/marco-rubio.avif?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>Internacional</category><content:encoded><![CDATA[ <p>Os Estados Unidos classificaram o cartel de Juárez e o cartel de Los Viagras, ambos no México, como organizações terroristas estrangeiras, segundo publicação do diário oficial do governo federal.</p><p>O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os dois grupos criminosos cometeram atos terroristas ou representam um risco grave de atos que ameacem a segurança de cidadãos, do país, da política externa ou da economia norte-americanas.</p><p>Os dois novos cartéis juntam-se a outras seis organizações criminosas mexicanas que os norte-americanos consideram terroristas, incluindo o cartel de Sinaloa e o cartel Jalisco Nova Geração, reconhecidos pelas operações no narcotráfico.</p><p>A administração Trump também classificou como terroristas organizações ligadas ao crime noutros países latino-americanos, nomeadamente Venezuela, Brasil, Equador e El Salvador.</p><p>O presidente norte-americano começou em fevereiro de 2025 a alargar a classificação de organizações terroristas estrangeiras aos cartéis latino-americanos, permitindo que as autoridades adotem medidas mais agressivas contra esses grupos ou qualquer pessoa que lhes preste auxílio.</p> <aside><a href="https://www.dn.pt/internacional/trump-preocupa-lula-ao-classificar-pcc-e-comando-vermelho-como-grupos-terroristas">Trump preocupa Lula ao classificar PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>EUA intensificam ofensiva aérea no Irão com ataques a pontes e porto estratégico</title><link>https://www.dn.pt/internacional/eua-intensificam-ofensiva-area-com-ataques-a-pontes-e-porto-estratgico</link><comments>https://www.dn.pt/internacional/eua-intensificam-ofensiva-area-com-ataques-a-pontes-e-porto-estratgico#comments</comments><guid isPermaLink="false">47891916-75e5-4f38-95cd-9ad253f8b44c</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:15:50 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T07:15:50.570Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>EUA,Ataques,Guerra no Irão</media:keywords><media:content height="3931" url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-17/pggmm40b/DOC.20260716.47470983.13114467.jpg" width="5580"><media:title type="html"></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-17/pggmm40b/DOC.20260716.47470983.13114467.jpg?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>Internacional</category><category>Atualidade</category><content:encoded><![CDATA[ <p>Os Estados Unidos intensificaram esta sexta-feira, 17 de julho, a campanha aérea contra o Irão, atingindo pontes e um porto estratégico iraniano, numa escalada que visa pressionar Teerão a aliviar o bloqueio ao estreito de Ormuz.</p><p>Segundo a televisão estatal iraniana, os ataques em Bandar Khamir, na província de Hormozgan, causaram pelo menos sete mortos.</p><p><strong>As pontes rodoviárias e ferroviárias visadas parecem ter como objetivo cortar o acesso a Bandar Abbas, principal porto iraniano, dificultando o transporte de material militar e bens essenciais para os cerca de 90 milhões de habitantes do país, escreveu a agência de notícias Associated Press (AP).</strong></p><p>O Comando Central norte‑americano (Centcom) confirmou que os bombardeamentos, concluídos esta madrugada, atingiram dezenas de alvos militares, incluindo uma torre de vigilância no porto de Chabahar, no golfo de Omã, considerado vital para o comércio do vizinho Afeganistão.</p><p>O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, divulgou imagens do colapso da estrutura, reforçando a mensagem de controlo norte‑americano sobre o estreito.</p><aside><a href="https://www.dn.pt/internacional/eua-lanam-ataque-pela-quinta-noite-consecutiva-contra-o-iro">EUA lançam ataque "pela quinta noite consecutiva" contra o Irão</a></aside><p>A ofensiva ocorre após o colapso do cessar‑fogo acordado no mês passado, com dias de ataques sucessivos entre Washington e Teerão. Autoridades iranianas afirmam que as operações norte‑americanas já provocaram dezenas de mortos e centenas de feridos, com novas baixas registadas hoje.</p><p><strong>Em resposta, o Irão lançou mísseis contra países aliados dos EUA na região, incluindo o Qatar – um dos mediadores nas negociações de paz –, onde explosões foram ouvidas e os destroços feriram uma criança.</strong></p><p><strong>Também o Bahrein, o Kuwait e a Jordânia reportaram ataques ou interceções de projéteis iranianos. Explosões foram ainda registadas em Erbil e Suleimânia, no Curdistão iraquiano.</strong></p><p>O Presidente norte-americano voltou a ameaçar atingir centrais elétricas e pontes iranianas, insistindo hoje, num discurso à nação, a partir da Casa Branca, que “a guerra está a correr bem” e que os resultados serão visíveis “muito em breve”.</p><p>O bloqueio naval imposto pelos EUA sobre portos iranianos já reduziu em quase um quarto o tráfego de mercadorias através do estreito de Ormuz no início do mês, de acordo com dados da Lloyd’s List Intelligence. Algumas transportadoras desligaram os sistemas de localização para atravessar a zona, enquanto outras optaram por suspender operações.</p><p><strong>O Centcom revelou ainda que três navios comerciais foram redirecionados, um foi desativado por não cumprir ordens e outro foi abordado para garantir “plena conformidade” com o bloqueio.</strong></p><p>Desencadeado em 28 de fevereiro por bombardeamentos israelitas e norte-americanos, o conflito já matou milhares de pessoas, principalmente no Irão e no Líbano, e continua a desestabilizar a economia global.</p><p>O Paquistão, que é outro dos mediadores das negociações, instou ambas as partes na quinta-feira a "pôr fim à violência e retomar as discussões" no âmbito do memorando de entendimento assinado em meados de junho, que entretanto colapsou.</p><p><strong>Islamabade apelou ainda ao "regresso à normalidade no estreito de Ormuz", que foi novamente bloqueado pelo Irão no passado fim de semana.</strong></p><p>Em resposta, os Estados Unidos restabeleceram o bloqueio aos portos iranianos na noite de terça-feira.</p><p>No estreito por onde passava um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo antes da guerra, o tráfego diminuiu.</p><p>Os preços do petróleo mantêm-se relativamente estáveis apesar da situação, com o barril de petróleo Brent a rondar os 85 dólares.</p><aside><a href="https://www.dn.pt/internacional/iro-pede-a-houthis-para-prepararem-fecho-de-entrada-do-mar-vermelho">Irão pede a houthis para prepararem fecho de entrada do Mar Vermelho</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>Lucro da Netflix aumenta 8,8% no segundo trimestre para três mil milhões de euros

</title><link>http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/lucro-da-netflix-aumenta-88-no-segundo-trimestre-para-trs-mil-milhes-de-euros</link><comments>http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/lucro-da-netflix-aumenta-88-no-segundo-trimestre-para-trs-mil-milhes-de-euros#comments</comments><guid isPermaLink="false">cbf137d6-4716-43ba-89af-6aee08699307</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:08:45 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T07:08:45.760Z</atom:updated><atom:author><atom:name>DN/Lusa</atom:name><atom:uri>/api/author/2181065</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Netflix,Lucro</media:keywords><media:content height="3422" url="https://media.assettype.com/dn/2025-03-05/3jyvt8y9/freestocks-11SgH7U6TmI-unsplash.jpg" width="5133"><media:title type="html"></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2025-03-05/3jyvt8y9/freestocks-11SgH7U6TmI-unsplash.jpg?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>empresas</category><category>Economia</category><content:encoded><![CDATA[ <p>A plataforma audiovisual Netflix anunciou um lucro de 3,4 mil milhões de dólares (cerca de três mil milhões de euros) no segundo trimestre, mais 8,8% face ao período homólogo de 2025.</p><p>Num comunicado à imprensa na quinta-feira, a empresa que garante serviço de vídeo ‘streaming’ por subscrição adiantou que o aumento do lucro foi impulsionado pelo crescimento da base de assinantes e dos preços, bem como pela subida da receita publicitária.</p><p>As receitas no segundo trimestre de 2026 ascenderam a 12,56 mil milhões de dólares (11 mil milhões de euros), mais 13,36% face a período homólogo.</p><p>A Netflix alcançou um crescimento de receita de dois dígitos em todas as regiões, superando “a marca de quatro mil milhões de dólares em receita trimestral na Europa, no Médio Oriente e em África e de 1.500 milhões na América Latina e na região da Ásia-Pacífico”, acrescentou a empresa.</p><p>No primeiro semestre, o lucro acumulado da empresa sediada em Silicon Valley, no estado norte-americano da Califórnia, foi de 8,7 mil milhões de dólares (7,6 mil milhões de euros), uma subida de 44,37% face ao primeiro semestre de 2025, e a receita semestral de 24,81 mil milhões de dólares (21,7 mil milhões de euros), mais 14,75%.</p><p>Nos primeiros seis meses do ano, os assinantes da plataforma acumularam mais de 97 mil milhões de horas de visualização, mais 2% face ao ano anterior.</p><p>Os dados da Netflix sugerem que o ritmo de consumo acelerou, apesar da concorrência pela atenção do público com grandes eventos desportivos, nomeadamente os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina (Itália), e o Mundial2026 de futebol.</p><p>“Conteúdos em idiomas diferentes do inglês representaram, mais uma vez, mais de um terço do total de visualizações neste semestre, com destaque para os títulos da Coreia do Sul, do Japão, de Espanha e da Índia”, acrescentou a empresa.</p><p>Para o próximo trimestre, a empresa de entretenimento prevê um aumento de receita de 12%, através do crescimento expressivo no número de assinantes, nos preços e na receita publicitária.</p> <p><strong>Netflix revela ter usado IA em 300 produções este ano</strong></p><p>A Netflix revelou ter usado inteligência artificial (IA) em cerca de 300 projetos este ano, sobretudo em trabalhos de pós-produção, revelou a plataforma audiovisual numa carta enviada aos investidores, após divulgar os resultados do segundo trimestre.</p><p>A empresa admitiu que o uso da IA generativa está a “crescer rapidamente” entre os parceiros criativos, abrangendo todo o ciclo de produção, da conceção e pré-visualização até à pós-produção e entrega.</p><p>“Recorremos cada vez mais a estas ferramentas porque permitem obter resultados de maior qualidade, em menos tempo e a um custo inferior ao dos métodos tradicionais. Em alguns casos, sem a IA generativa teria sido impossível incluir determinadas cenas e sequências-chave”, sublinhou.</p><p>Segundo a Netflix, exemplos disso são a produção brasileira 'Brasil 70: A Saga do Tri', a indiana 'Glory' e a norte-americana 'The American Experiment', que usaram a tecnologia para criar sequências complexas, como a ampliação digital de multidões, recriações de batalhas históricas e planos gerais destinados a construir universos visuais.</p><p>No seu ‘site’, a empresa considera que estas ferramentas são uma ajuda valiosa quando usadas de forma transparente e responsável.</p><p>“Para apoiar produções à escala mundial e manter-nos alinhados com as melhores práticas, esperamos que todos os nossos parceiros informem a Netflix sobre qualquer uso previsto da IA generativa, sobretudo à medida que surgem novas ferramentas com diferentes capacidades e riscos”, acrescentou.</p>  <aside><a href="http://dinheirovivo.dn.pt/empresas/lucro-da-netflix-dispara-827-para-49-mil-milhes-no-primeiro-trimestre">Lucro da Netflix dispara 82,7% para 4,9 mil milhões no primeiro trimestre




</a></aside>]]></content:encoded></item><item><title>Alterações que acabam com regularização no território serão votadas esta sexta-feira</title><link>https://dnbrasil.dn.pt/alteraes-que-acabam-com-regularizao-no-territrio-sero-votadas-esta-sexta-feira</link><comments>https://dnbrasil.dn.pt/alteraes-que-acabam-com-regularizao-no-territrio-sero-votadas-esta-sexta-feira#comments</comments><guid isPermaLink="false">d2eb7154-35f8-4564-9ff5-17626b0f28ec</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2026-07-17T06:00:00.000Z</atom:updated><atom:author><atom:name>Amanda Lima</atom:name><atom:uri>/api/author/2182022</atom:uri></atom:author><description></description><media:keywords>Imigração,Imigrantes,AIMA,visto,Brasileiros em Portugal,curso profissionalizante</media:keywords><media:content height="3059" url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-16/kv5taovl/DN01072026LNEGRAO0031.JPG" width="4500"><media:title type="html"><![CDATA[ Será a última sessão antes do recesso parlamentar.]]></media:title><media:description type="html"></media:description></media:content><media:thumbnail url="https://media.assettype.com/dn/2026-07-16/kv5taovl/DN01072026LNEGRAO0031.JPG?w=280" width="280"></media:thumbnail><category>DN Brasil</category><content:encoded><![CDATA[ <p>A votação final das alterações na Lei dos Estrangeiros, <strong>que acabam de vez com possibilidades de regularização em território nacional</strong>, será realizada nesta sexta-feira (17). Será a última sessão antes do recesso parlamentar, que tem duração de aproximadamente 45 dias.</p><p>Na comissão, todas as alterações propostas pelo Governo foram mantidas: <strong><a href="https://dnbrasil.dn.pt/governo-acaba-com-deferimento-tcito-para-renovaes-de-ttulos-de-residncia">o fim do deferimento tácito</a></strong>, <strong><a href="https://www.dn.pt/sociedade/manifestao-de-interesse-20-governo-acaba-com-regularizao-no-territrio-por-curso-profissional">da possibilidade de regularização em território por meio de curso profissionalizante</a></strong> e <strong><a href="https://www.dn.pt/sociedade/governo-encerra-mais-uma-porta-imigrao-a-regularizao-por-filhos-menores">da regularização por filho menor</a></strong>. Agora, <strong>o texto segue para votação final, marcada para começar às 10h.</strong></p><p>Assim como ocorreu em outros projetos que tornaram a imigração mais restritiva, <strong>o partido do Governo conta com o Chega para garantir os votos necessários</strong>. Foi assim nas mudanças que entraram em vigor em outubro do ano passado e também na Lei da Nacionalidade.</p><p>Os próximos passos até a entrada em vigor já são conhecidos pelos imigrantes: <strong>após a aprovação no Parlamento, o texto segue para análise do Presidente da República</strong>, que tem prazo de 20 dias para decidir, e, depois, para publicação no Diário da República (DRE). Ainda não é possível estimar quando as alterações passarão a produzir efeitos.</p><p><em><strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoGfRxGpLHSUKm1Fe3u?ref=dnbrasil.dn.pt">Clique aqui e siga o canal do DN Brasil no WhatsApp!</a></strong></em></p><p>Com essas mudanças, o objetivo do Governo é eliminar todas as possibilidades de entrada no país sem visto para fins de residência. O <strong>DN Brasil</strong> apurou que, <strong>no caso dos cursos profissionalizantes, muitos imigrantes vinham utilizando essa via como uma espécie de substituta da antiga manifestação de interesse.</strong></p><p>Muitos imigrantes, sobretudo brasileiros, chegam a Portugal sem visto consular e, já em território nacional, matriculam-se em escolas profissionais. <strong>Vários influenciadores têm promovido esse método nas redes sociais e continuam a fazê-lo mesmo após o anúncio das mudanças na lei.</strong></p><p>No caso da regularização por filhos, o Governo pretende impedir que estrangeiros entrem no país sem visto, matriculem a criança em uma escola e, com isso, obtenham o direito de residir em Portugal. A previsão confirmou-se: <strong>muitos influenciadores brasileiros passaram a divulgar amplamente essa possibilidade como uma forma de contornar a exigência de solicitar um visto.</strong></p><p><em>amanda.lima@dn.pt</em></p><aside><cite>O DN Brasil é o braço do Diário de Notícias dedicado à comunidade brasileira que vive ou pretende viver em Portugal. Os textos são escritos em português do Brasil.</cite></aside><aside><a href="https://dnbrasil.dn.pt/parlamento-fim-da-regularizao-no-territrio-por-curso-profissional-e-outras-medidas-votadas-na-quinta">Parlamento. Fim da regularização no território por curso profissional e outras medidas votadas na quinta</a></aside><aside><a href="https://dnbrasil.dn.pt/governo-acaba-com-deferimento-tcito-para-renovaes-de-ttulos-de-residncia">Governo acaba com "deferimento tácito" para renovações de títulos de residência </a></aside>]]></content:encoded></item></channel></rss>