Premium "A primeira vez que cantei fado foi num aniversário, rodeada de pessoas a cantar flamenco"

María Berasarte não se sente fadista mas é considerada uma das melhores artistas estrangeiras a cantar fado. Natural de San Sebastián, o seu primeiro disco a solo foi de fados, Todas las Horas Son Viejas (Todas as Horas São Velhas). Foi através deste trabalho que a cantora basca aproximou mais os espanhóis do fado. Nesta semana vai ter lugar em Madrid a 10.ª edição de Festival do Fado que vai homenagear Amália Rodrigues, "uma força sobrenatural".

Aos 41 anos, Maria Berasarte continua imersa em novos projetos profissionais, mantém contacto e colaborações com artistas portugueses e o fado continua no seu coração. Representa para ela uma forma de se libertar e apesar de no seu novo repertório não encontrarmos fados, "é uma marca que ficou em mim".

Conhecida como a "Voz nua", Berasarte fica feliz ao ver que a relação cultural entre Espanha e Portugal é cada vez mais forte e agrada-lhe a nova etapa que vivem as relações ibéricas, "mais unidas, de forma natural".

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