Premium Demora nos projetos compromete aumento do alojamento para estudantes neste ano

Governo contava que as parcerias entre a Fundiestamo e diferentes instituições começassem a ter impacto ainda neste ano mas os projetos ainda não saíram do papel. Em Lisboa vai nascer uma megarresidência, no antigo Ministério da Educação.

A hipótese de o programa de alojamento do ensino superior ter um impacto no número de camas para estudantes universitários ainda neste ano, como o governo previa, é cada vez mais remota, com a pouca melhoria da capacidade a passar por projetos das próprias instituições ou em parceria com as autarquias locais.

Um mês depois de ter sido anunciado em Lisboa, com a presença do primeiro-ministro, um ambicioso plano para criar mais de 600 camas em Lisboa, nas antigas instalações do Ministério da Educação (ver detalhes em baixo), e meio ano após a assinatura de protocolos entre várias universidades e politécnicos e a Fundiestamo - holding estatal para a área do imobiliário -, a generalidade dos projetos aprovados no âmbito dessa parceria ainda não passaram do papel.

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