Premium Angelina Jolie volta a ser a bruxa má (ou talvez não…)

Maléfica: Mestre do Mal relança o gosto da fábula que já distinguia o filme anterior, lançado em 2014. No centro dos acontecimentos está de novo a bruxa má, interpretada por uma Angelina Jolie em espetacular transfiguração visual.

E aí está Maléfica: Mestre do Mal, mais uma sequela... De novo com Angelina Jolie. O hábito leva-nos a perguntar: mais uma sequela semelhante às de muitos super-heróis, vazia de ideias, com efeitos especiais repetidos e repetitivos, tudo embrulhado numa banda sonora apenas apostada em deixar-nos com dores de cabeça?

Nada disso. Desta vez é mesmo a sério, de alguma maneira demonstrando que a produção com chancela Disney continua a possuir talento e energia para não se deixar enredar na monótona vulgaridade a que chegou a maior parte dos filmes dos estúdios Marvel (que integram o império Disney desde 2009). Maléfica: Mestre do Mal retoma o pressuposto central de Maléfica (2014), ou seja, reencenar o conto clássico de A Bela Adormecida, não apenas recriando o filme de animação da própria Disney lançado em 1959 mas também a narrativa de Charles Perrault publicada em 1697.

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