Marcelo Rebelo de Sousa passou o fim de ano no Corvo, de onde proferiu a mensagem de Ano Novo.
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Marcelo Rebelo Sousa

Marcelo: o último ano de mandato marcado pela incerteza

Quase ninguém duvida de que Marcelo Rebelo de Sousa será candidato. Mas poderá desempenhar as suas funções como até agora? A proximidade com os portugueses será mais difícil? Terá margem de manobra para lidar com crises?

Há exatamente quatro anos, no dia 9 de de março de 2016, às 10.14 da manhã, Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse na Assembleia da República. Chegou à cerimónia caminhando pela Calçada da Estrela, sorridente e otimista, e prometeu preferir "os pequenos gestos que aproximam às grandes proclamações que afastam".

Hoje, quando se inicia o último ano do seu mandato, amontoam-se na sua secretária no Palácio de Belém pilhas de argumentos pessimistas: os efeitos a longo prazo do coronavírus (que, aliás, já o colocaram a ele numa situação de isolamento social a que não está habituado), as consequências no turismo - e na economia - e o impacto que terá na apreciação que os portugueses fazem do Serviço Nacional de Saúde. Além de tudo aquilo que, em comparação, parece menor, como as suspeitas sobre a gestão dos clubes de futebol e sobre a transparência do próprio sistema judicial.

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