Presidente do PSG indiciado por corrupção ativa

Magistrado suspeita que o presidente do clube de Paris tenha aprovado um pagamento de 3,5 milhões de dólares americanos (3,13 milhões de euros) para o ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo, Lamine Diack.

O presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Ghanim Khelaïfi, foi indiciado por "corrupção ativa" relativamente à organização do Mundial de atletismo no Qatar, de acordo com o jornal francês Le Parisien.

Segundo a imprensa, o líder do PSG é suspeito de ter "comprado" a realização desta competição que se realizou em 2017. Al-Khelaïfi foi indiciado por corrupção ativa pelo juiz Renaud Van Ruymbeke.

Este magistrado de investigação do Tribunal de Paris, conhecido por se especializar em casos de corrupção política e financeira, suspeita que o presidente do clube de Paris tenha aprovado um pagamento de 3,5 milhões de dólares americanos (3,13 milhões de euros) para o ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo, Lamine Diack.

O pagamento terá sido utilizado para facilitar a entrega do Campeonato Mundial de Atletismo de 2017 em Doha, a capital do Qatar, local de nascimento de Nasser Al-Khelaïfi. O presidente do PSG apresentou-se por sua iniciativa perante Van Ruymbeke em 20 de março.

Al-Khelaïfi tinha sido chamado como testemunha assistente no processo, que também envolve uma empresa do Qatar liderada pelo irmão do chefe do PSG e uma empresa senegalesa de propriedade do filho de Lamine Diack.

Em Paris, o advogado de Nasser Al-Khelaïfi, Francis Szpiner, disse que as alegações do juiz de Paris são "totalmente imprecisas".

Exclusivos