Como as apostas com iPhones ajudaram o Al Ain a estar na final do Mundial de Clubes

Guarda-redes da equipa dos Emirados Árabes Unidos tem brilhado na prova a defender castigos máximos. Segredo está nos treinos e nas apostas feitas entre os colegas de equipa. Este sábado a final é com o Real Madrid.

O Al Ain, equipa dos Emirados Árabes Unidos, está de forma surpreendente na final do Mundial de Clubes, cuja final está agendada para este sábado e será disputada contra o Real Madrid. Um dos grandes heróis deste feito inédito é o guarda-redes Khalid Eisa, que se tem destacado a defender grandes penalidades.

No jogo diante dos neozelandeses do Wellington, Eisa foi o herói da partida no desempate por grandes penalidades (o jogo terminou empatado a três golos), ao defender dois castigos máximos. Depois, a sua equipa ultrapassou com facilidade o Esperanca Tunis (3-0) e na meia-final o guardião voltou a brilhar, desta vez diante do poderoso River Plate, campeão da Libertadores, defendendo outra vez no desempate por penáltis o remate do ex-benfiquista Enzo Pérez, que permitiu ao Al Ain marcar lugar na final diante do Real Madrid.

Em entrevista ao jornal espanhol AS, Khalid Eisa explicou este seu sucesso na altura defender grandes penalidades. O segredo está nas apostas feitas pelos jogadores nos treinos, cujo prémio é um telemóvel. "Adoro desafios constantes com os meus amigos e colegas de equipa. Nos treinos do Al Ain, todos os dias apostamos um iPhone como prémio num jogo de penáltis. E a verdade é que em 80% das vezes ganho a aposta. Julgo que esta brincadeira nos tem ajudado nos penáltis", disse, sorrindo quando o jornalista lhe perguntou se já tinha muitos iPhones em casa: "Sim, muitos."

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