Exclusivo "Custa acordar um dia e já não veres o teu nome entre os melhores"

Foi operado há dias e abdicou do ordenado até voltar a treinar no ACCS Paris. Dizer ao clube que lhe deu o maior contrato da vida dele que ia colocar a seleção e o mundial em primeiro lugar não foi uma conversa fácil.

Foi eleito o melhor jogador de futsal do mundo por seis vezes. Bateu recordes e fez história. A conversa com o DN andou muito à volta do adeus e do legado que vai deixar aos "próximos Ricardinho", "porque o fim da carreira está próximo". Mais dois ou três anos. Homem de negócios na sombra (tem várias empresas), sonha com o mundial, não quer ser treinador, reclama mais atenção da FIFA para a modalidade e gostava de ser embaixador mundial do futsal. Eis Ricardinho aos 35 anos!

Uma operação, uma época acabada... Como está a lidar com isso?
Está a ser ridiculamente duro. Estou a viver o pior que pode acontecer a um jogador, que é não jogar. Há dias em que acordo bem disposto e sorridente a pensar que o futuro vai ser bom e há outros em que está tudo escuro, tudo errado e o tempo não passa e não é fácil, mas penso que tomei a decisão certa ao ser operado. Agora é ter paciência que é algo que não corre muito a meu favor.

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