Um cão robot inteligente no dispositivo de segurança do Rock in Rio  

A operação de segurança do festival conta com uma equipa de mais de 400 pessoas, responsáveis pelo controlo de acessos no local.

A Prosegur desenvolveu e implementou o plano de segurança para o Rock in Rio Lisboa, que decorreu nos dias 18 e 19 e prossegue nos 25 e 26, no Parque da Belavista, em Lisboa, e incorporou, pela primeira vez um cão robot na operação de segurança. O objetivo é ajudar a reforçar a segurança das cerca de 100.000 pessoas (visitantes e staff) que estão diariamente no festival de música.

A operação de segurança do festival conta com uma equipa de mais de 400 pessoas, o maior número de todas as edições, responsável pelo controlo de acesso ao local, proteção dos parques de estacionamento, acesso aos bastidores e aos palcos, bem como pela segurança de todo o local e dos stands. À entrada do local, a Prosegur tem um stand de informação e comunicação para o público em geral.

Além disso, nesta edição, a Prosegur implementou os últimos avanços tecnológicos, cuja principal novidade é a incorporação do cão robot inteligente que a empresa de segurança batizou com o nome de Yellow. Para que o Yellow se integre naturalmente nas tarefas de vigilância, a Prosegur dotou-o com inteligência artificial através da sua plataforma tecnológica GenzAI, o que lhe permite comunicar qualquer situação de risco ao Centro de Controlo Prosegur (SOC) através de tecnologia 5G.

O Yellow incorpora importantes capacidades em áreas como a análise de vídeo e, graças à inteligência artificial, pode detetar elementos suspeitos, reconhecê-los e gerar um alerta. O Yellow pode incorporar uma grande variedade de sensores que permitem ainda a recolha de dados do seu ambiente, desde a temperatura (deteção de incêndios) até gases ou qualquer outro tipo de sensor.

O diretor geral da Prosegur Portugal, afirma que "a segurança de um evento como o Rock in Rio exige estar sempre um passo à frente na proteção de pessoas, bens e instalações". "Para o efeito, incorporamos as tecnologias mais avançadas nos nossos serviços e integramo-las nas nossas atividades graças ao nosso profundo conhecimento do sector da segurança. Desta forma, somos capazes de detetar e até mesmo antecipar possíveis riscos e agir eficazmente sobre possíveis incidentes. Tal só é possível pela implementação do nosso modelo de segurança híbrida que integra pessoas - como uma prioridade - tecnologia e dados, gerindo de uma forma inteligente e eficaz todo o dispositivo alocado", diz.

No caso do Rock in Rio Lisboa, o Yellow pode ser programado para fazer rondas pelas instalações, tanto de forma autónoma (em rondas noturnas, por exemplo) como através de rondas controladas pela equipa da Prosegur (em rondas onde há público). Caso seja detetado um incidente de segurança, é enviado um alerta para a equipa de vigilantes.

Toda a operação de segurança está centralizada num centro de operações moderno e avançado (SOC), um espaço exclusivo para operar no Rock in Rio, equipado com a mais recente tecnologia e que será a base para toda a operação de segurança do festival.

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