Exclusivo Timothée Chalamet: "É preciso um foco sob os artistas, um espelho!"

Será um dos filmes mais polarizadores do ano. Ossos e Tudo, de Luca Guadagnino chega pela Warner aos cinemas e é um deslumbrante poema do medo. O DN falou em exclusivo nacional para imprensa com os atores no Festival de Veneza. Oportunidade para confirmar a acessibilidade de um "estrela pop" de Hollywood, Timothée Chalamet.

Belmond Cipriani. O hotel mais seleto e luxuoso de Veneza, fica numa ilha e tudo brilha numa sinfonia de requinte que faz rima com os mármores a brilhar das paredes forradas com molduras de visitantes famosos. Junto ao jardim, Timothée Chalamet, com t-shirt vintage de David Bowie e umas botas bicudas com aspeto de estarem a ser estreados, está com um ar casual à espera de alguns jornalistas que tinham acabado de ver Ossos e Tudo, de Luca Guadagnino, no Festival de Veneza, filme de canibais que iria vencer o prémio de melhor de realização.

A simpatia de Chalamet contrasta com a timidez da sua colega, Taylor Russell, a jovem canibal protagonista, atriz muito jovem que está naquele degrau final para se tornar uma "star", mesmo quando pensamos que nestes dias já não existem verdadeiras estrelas de cinema. Juntos nestas entrevistas com a imprensa fazem um contraste interessante, se calhar, nos antípodas do casal que vemos no filme: dois jovens com uma praga numa fuga sem fim nas estradas do interior americano nos anos de Reagan.

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