Exclusivo Quando a arte sai do banco e chega ao país real

Novo Banco Cultura "devolve" 75 pinturas a 31 museus portugueses, avaliadas em mais de dez milhões de euros. As últimas seis foram cedidas a Barrancos. A descentralização da arte continua neste ano.

Cinco obras dos pintores contemporâneos Júlio Resende, Francisco Relógio, Noronha da Costa, Manuel Amado e Roberto Chichorro percorreram quase 280 quilómetros desde a sede do Novo Banco, em Lisboa, até Barrancos para pousarem para sempre nas paredes do Museu Arqueológico e Etnográfico. Com esta embaixada artística do litoral para o interior concluiu-se a última cedência feita pelo Novo Banco Cultura, em dezembro de 2020, ao abrigo do protocolo celebrado com o Ministério da Cultura para garantir um destino nacional e público ao espólio de cerca de cem pinturas reunidas no antigo BES, aquando da sua resolução.

Ao fim do terceiro ano do projeto Novo Banco Cultura, 31 museus de norte a sul do país, incluindo Açores e Madeira, receberam já um total de 75 pinturas, que passam a integrar as suas exposições permanentes.

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