Exclusivo Anthony Hopkins em tom clássico

O Pai, de Florian Zeller, valeu a Anthony Hopkins o seu segundo Óscar como melhor ator: uma interpretação que está para lá da "psicologia" tradicional.

O filme O Pai, de Florian Zeller, saiu da última cerimónia dos Óscares com dois prémios especialmente significativos: primeiro, o de melhor argumento adaptado, distinguindo o próprio Zeller (tendo com base a peça homónima de sua autoria) e Christopher Hampton; depois, o de melhor ator, para Anthony Hopkins, trinta anos depois da sua consagração, na mesma categoria, por O Silêncio dos Inocentes.

Quem viu a cerimónia, lembrar-se-á do insólito anti-clímax. A Academia de Hollywood decidiu encerrar o espectáculo com as estatuetas de atriz e ator (tendo antes entregue a de melhor filme), sendo Hopkins, portanto, o derradeiro premiado. Ora, o ator galês não estava presente porque, como declarou no dia seguinte, não acreditava na possibilidade de ganhar, já que lhe parecia óbvio que Chadwick Boseman (cuja memória homenageou), nomeado por Ma Rainey: a Mãe do Blues, iria ser o vencedor póstumo.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG