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Como o PCP vê os outros partidos

PS: o que conta são as práticas, não só as palavras › No quadro dos resultados eleitorais de 4 de outubro de 2015, "o PS, ainda que com hesitações, acabou por contribuir para se abrir uma nova fase na vida política nacional", escreve o comité central do PCP. No entanto, adverte, "esta posição não transforma o PS num partido portador de uma política de esquerda, não altera a natureza da sua política e opções programáticas, características da política de direita, expressas nas conhecidas orientações estratégicas de subordinação ao processo de integração capitalista da União Europeia e aos interesses do capital monopolista". Por isso, os comunistas não esquecem que o PS esteve "comprometido com a política de direita nas últimas quatro décadas" e que "hoje como no passado a análise e a caracterização do posicionamento do PS não decorre das suas afirmações mas sim da prática concreta face à necessária rutura com a política de direita".