"Divisa? Fazer a coisa certa mesmo quando ninguém está a ver"

O famoso questionário Proust respondido pelo presidente do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), Maria João Viamonte.

A sua virtude preferida?
Responsabilidade.

A qualidade que mais aprecia num homem?
Inteligência, integridade e sensibilidade.

A qualidade que mais aprecia numa mulher?
As mesmas.

O que aprecia mais nos seus amigos?
Estarem sempre presentes, não apenas nos bons momentos, mas também nos mais desafiantes.

O seu principal defeito?
Sou muito exigente, comigo e com os outros; e principalmente com os que conto sempre, o que por vezes me torna pouco tolerante.

A sua ocupação preferida?
Passar tempo com a família e amigos, sem ansiedades nem preocupações.

Qual é a sua ideia de "felicidade perfeita"?
Ser livre.

Um desgosto?
A morte do meu pai.

O que é que gostaria de ser?
Gostaria de ser aquilo que sou, mas sem defeitos.

Em que país gostaria de viver?
Portugal.

A cor preferida?
Cinza.

A flor de que gosta?
Margaridas.

O pássaro que prefere?
Não tenho nenhuma preferência.

O autor preferido em prosa?
Vários, mas escolho W. Somerset Maugham.

Poetas preferidos?
Sophia de Mello Breyner.

O seu herói da ficção?
Batman.

Heroínas favoritas na ficção?
Mulher Maravilha.

Os heróis da vida real?
Todas as pessoas que conseguem educar os seus filhos em condições ​​​​​​​socioeconómicas muito desfavoráveis.

As heroínas históricas?
Madame Curie.

Os pintores preferidos?
Julião Sarmento, José de Guimarães, entre muitos outros.

Compositores preferidos?
Vários Mozart, Vinicius de Moraes, Jorge Palma, entre outros.

Os seus nomes preferidos?
Tomás.

O que detesta acima de tudo?
A hipocrisia.

A personagem histórica que mais despreza?
Todos os ditadores da história.

O feito militar que mais admira?
Desembarque na Normandia.

O dom da natureza que gostaria de ter?
O da ubiquidade.

Como gostaria de morrer?
Não quero morrer, mas se tiver de ser gostava de morrer feliz e com o sentido de dever cumprido.

Estado de espírito atual?
Confiante.

Os erros que lhe inspiram maior indulgência?
Todos os que são praticados por pura ignorância.

A sua divisa?
Fazer a coisa certa mesmo quando ninguém está a ver.

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