Condutor que fugiu à GNR de Castelo Branco continua a monte

Fuga após ação de fiscalização resultou em agressões a um militar da GNR

A GNR de Castelo Branco continua a patrulhar o terreno para encontrar o condutor que na quarta-feira se pôs em fuga após uma ação de fiscalização na localidade de Maxiais e que resultou em agressões a um militar.

"Foram tomadas as medidas convenientes e está a dar-se seguimento a essas medidas", disse hoje à agência Lusa fonte do Destacamento Territorial de Castelo Branco da GNR.

A mesma fonte adiantou que, até ao momento, a situação mantém-se, com o condutor em fuga.

O fugitivo não obedeceu à ordem de paragem, dada pelos militares da GNR durante uma ação de fiscalização, na quarta-feira, próximo da localidade de Maxiais, colocando-se em fuga.

A viatura onde seguiam mais quatro pessoas, três mulheres e um homem, foi perseguida pelas autoridades e acabou por se imobilizar depois de se despistar.

Um dos militares conseguiu apanhar o condutor, mas acabou por ser agredido com pedras, alegadamente pelas mulheres que seguiam na viatura, tendo o condutor encetado uma fuga a pé.

Na quinta-feira, as alegadas agressoras, duas mulheres, foram presentes ao Tribunal de Castelo Branco, que lhes decretou, como medida de coação, a apresentação periódica às autoridades.

Ler mais

Exclusivos

Adolfo Mesquita Nunes

Premium Derrotar Le Pen

Marine Le Pen não cativou mais de dez milhões de franceses, nem alguns milhões mais pela Europa fora, por ter sido estrela de conferências ou por ser visita das elites intelectuais, sociais ou económicas. Pelo contrário, Le Pen seduz milhões de pessoas por ter sido excluída desse mundo: é nesse pressuposto, com essa medalha, que consegue chegar a todos aqueles que, na sequência de uma crise internacional e na vertigem de uma nova economia digital, se sentem excluídos, a ficar para trás, sem oportunidades.

João Taborda da Gama

Premium Temos tempo

Achamos que temos tempo mas tempo é a única coisa que não temos. E o tempo muda a relação que temos com o tempo. Começamos por não querer dormir, passamos a só querer dormir, e por fim a não conseguir dormir ou simplesmente a não dormir, antes de passarmos o resto do tempo a dormir, a dormir com os peixes. A última fase pode conjugar noites claras e tardes escuras, longas sestas de dia com um dormitar de noite. Disse-me um dia o meu barbeiro que os velhotes passam a noite acordados para não morrerem de noite, e se ele disse é porque é.