Salvador Sobral já teve alta

O músico, que venceu o último festival Eurovisão da canção, foi submetido a um transplante cardíaco, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras.

Salvador Sobral teve alta hospitalar esta quinta-feira, confirmou ao DN o Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, onde foi submetido a um transplante cardíaco.

O Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental indicou entretanto à Lusa que Salvador Sobral, 28 anos, "fez uma recuperação muito satisfatória e sem complicações", sublinhando que se mantém "a restrição de exposição a grande número de pessoas".

"Evitemos os abraços. Há muito que o Salvador se sente abraçado por todos", diz uma nota entretanto publicada no Facebook oficial do músico. "O cantor fez uma recuperação muito satisfatória e sem complicações. Como é habitual, no período pós-operatório da transplantação, mantém restrição de exposição a grande número de pessoas. Agradecemos desde já o respeito por este espaço que envolve um distanciamento físico", lê-se ainda.

O músico, que venceu o último festival Eurovisão da canção, foi submetido a um transplante cardíaco a 8 de dezembro do ano passado. Numa conferência de imprensa, realizada no dia seguinte, a equipa que operou Salvador Sobral disse que a recuperação seria demorada mas assegurou que o cantor "vai ter uma vida completamente normal" se tudo correr bem.

Salvador Sobral anunciou a 5 de setembro que iria fazer uma pausa temporária na carreira musical por motivos de saúde. Num vídeo publicado nas redes sociais, o músico afirmou que "já não é segredo para ninguém" que o seu estado de saúde era "frágil", tendo levado ao cancelamento de vários concertos.

No último concerto, no dia 8 de setembro nos jardins do Casino Estoril, Salvador Sobral emocionou-se no "até já" aos palcos quando interpretava o tema Amar pelos Dois com a irmã, Luísa Sobral.

(Atualizada às 14:55 com nota publicada no Facebook do cantor)

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.