Premium Produzir mais e melhor, sem complacência

António Horta Osório esteve há poucos dias em Lisboa para vários eventos, um dos quais assinalou os 40 anos do FAE - Fórum de Administradores e Gestores de Empresas. É um banqueiro com larga experiência, líder do Lloyds Bank em Inglaterra. Consegue analisar a realidade portuguesa com a emoção de um nacional mas também com a frieza de um gestor internacional que vive fora do seu país. Por isso, apesar do crescimento da economia portuguesa registado nos últimos anos, alerta para vários indicadores que ainda são preocupantes e que precisam de atuação política e empresarial imediata.

Comecemos pela banca. Aparentemente muitos problemas já foram resolvidos - BPP, o BPN e o BES -, mas há ainda muito por tratar. É o caso dos NPL (non-performing loans). Na opinião de António Horta Osório, "ter 12% de créditos malparados continua a ser um valor muito alto face à média europeia. Não se pode ser complacente, este valor tem de ser reduzido", afirmou.

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