Como manter a calma até ao Natal?

Não vamos dar sugestões de organização para ter tudo pronto a horas na noite de 24. A solução para não ficar com os nervos em franja é outra: diminuir as expetativas, exigir menos de si e pedir mais ajuda.

De acordo com a Stress Management Society, no Reino Unido, uma em cada vinte pessoas considera o Natal mais stressante do que um assalto ou um divórcio. Parece mentira, não é? Em cima dos fatores de stress habituais, há uma quantidade de extras a gerir: a compra dos presentes, a decoração da casa, a confeção daqueles pratos todos, a divisão dos dias de festa entre as várias casas e famílias. Porque é que uma altura que devia ser de festa e de paz se tornou, para muitos, um aborrecimento que, quando chega ao fim, nos faz suspirar e dizer: «Felizmente, já passou!»? «O Natal tornou-se um frenesim: de compras, de comida em excesso e de correrias de família em família», diz Conceição Espada, autora do Manual de Gestão de Stress para Empresas [ed. Bnomics] e Gerir o Stress em Tempo de Crise [ed. Pergaminho). Com cada vez mais casais divorciados, a divisão do tempo das crianças e das segundas famílias, tornou-se uma das questões mais difíceis de gerir. «As famílias alteraram-se, os tempos mudaram, mas é como se quisessem perpetuar costumes que foram criados quando as famílias eram ainda um núcleo fácil de gerir», diz a especialista. Por isso, talvez a regra número um para não stressar nesta altura seja, sem dramas, adaptar a tradição às circunstâncias, sempre que a vida assim o exige.

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