Trump recebe na Casa Branca o cão que apanhou al-Baghdadi

O cão chama-se Conan e participou na operação que culminou na morte do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi.

O presidente norte-americano Donald Trump anunciou esta quinta-feira que recebe na próxima semana na Casa Branca Conan, o cão que participou na operação de que resultou a morte do líder do grupo extremista Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi.

Trump publicou na segunda-feira, na sua conta na rede social Twitter, uma polémica fotomontagem em que aparece a entregar a Conan a Medalha de Honra do Congresso, a maior distinção militar dos Estados Unidos, com a legenda "Herói americano".

A imagem original é de uma cerimónia de 2017 em que Trump distinguiu um médico militar da guerra do Vietname.

Mais tarde, Donald Trump voltou depois à foto para elogiar a fotomontagem e anunciar que o cão vai a Washington na próxima semana. "Conan irá deixar o Médio Oriente e virá para a Casa Branca na próxima semana", escreveu Trump no Twitter.

Segundo o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas dos EUA, general Mark Milley, Conan, um pastor-belga Malinois, prestou "serviços incríveis" durante o ataque de que resultou a morte de al-Baghdadi, na noite de sábado para domingo na Síria.

O animal ficou "ligeiramente ferido" durante a operação, quando al-Baghdadi se fez explodir para não ser apanhado vivo, mas já recuperou e voltou ao ativo.

O 'militar' Conan, envolvido em 50 missões de combate em quatro anos, é da mesma raça do cão que em 2011 participou no ataque de que também resultou a morte do líder da Al-Qaida, Osama Bin Laden.

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