Justiça sueca encerra investigação por violação contra Julian Assange

Em abril, o fundador do WikiLeaks foi detido em Londres, à saída da embaixada do Equador, depois de lhe ter retirado o estatuto de exilado de que beneficiava há sete anos.

As autoridades suecas anunciaram esta terça-feira que decidiram encerrar as investigações a um alegado caso de violação de que era acusado o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, que está preso no Reino Unido.

Em maio deste ano, a justiça sueca tinha reaberto uma investigação preliminar a um caso de alegada violação imputada a Julian Assange, que remontava a 2010 e que tinha sido abandonada em 2017.

"Quero informar a minha decisão de interromper a investigação preliminar", disse esta terça-feira a vice-procuradora sueca Eva-Marie Persson, numa conferência de imprensa, em Estocolmo, acrescentando que "todos os atos de inquérito foram esgotados (...) sem permitirem as evidências necessárias para uma condenação".

Em abril, Assange foi detido em Londres, à saída da embaixada do Equador depois de Quito lhe ter retirado o estatuto de exilado de que beneficiava há sete anos, acusado de não ter comparecido a uma audiência em tribunal relacionada precisamente com o caso em investigação na Suécia.

Permanece detido no Reino Unido e defende-se de um pedido de extradição para os Estados Unidos, onde é acusado de espionagem e conspiração por ter acedido e divulgado documentos secretos.

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