Exclusivo "'Festa é Festa' é a grande alavanca, mas há uma nova dinâmica de grelha da TVI"

A nova diretora da Plural chegou em janeiro e a primeira encomenda que lhe fizeram - uma novela cómica - está a liderar a audiências. Diz que é "claríssima" a missão de impedir episódios de assédio sexual como aquele que foi denunciado pela atriz Sofia Arruda.

Gabriela Sobral está de volta. Há pouco mais de uma década, era a mão direita de José Eduardo Moniz, na TVI. Em meados de janeiro voltou a trabalhar de perto com a antiga estação, assumindo a direção da Plural, o braço de ficção da Media Capital. Entre um ponto e outro, Gabi - como toda a gente na televisão conhece esta produtora de 55 anos e 30 nos bastidores - passou para direção da SIC, de onde saiu em 2018, coincidindo com o nascimento dos filhos, Tomás e Luís, do casamento com a atriz Inês Herédia, e dedicou-lhes os últimos dois anos. Agora está de regresso ao trabalho. "Estava cheia de energia e de vontade".

Ao segundo dia, a diretora de entretenimento e ficção da TVI, Cristina Ferreira, pediu-lhe para pôr de pé o projeto de humor Festa é Festa, cuja premissa é a vida numa aldeia subitamente "abalada" pela chegada da TVI, interessada em estar na festa do ano. Admite que ficou "receosa".
O registo de novelas cómicas não tem tradição de êxito na TVI, mas "foi sol de pouca dura". "Depois de receber textos e começar a trabalhar com a minha equipa e a TVI, percebi claramente que o que vinha aí era uma coisa completamente diferente do que tinha sido feito até aí". Foi o programa mais visto no dia da estreia e em 10 dias de exibição, ganhou oito. E na primeira semana, diz, "vencemos toda a frente do prime time, em todas as novelas - Festa é Festa, Amar Demais e Bem Me Quer.

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