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Revista de imprensa. O combate aos incêndios, as reformas chorudas e o aumento das rendas em dia de clássico

Leia os principais destaques da imprensa nacional e internacional deste sábado, 30 de agosto.
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O Público escreve este sábado, 30 de agosto, que só três empresas de meios aéreos contrataram 177 milhões com o Estado para combater fogos. O jornal avança que "este ano foram assinados 21 contratos com oito empresas, a maior parte dos quais com duração de três anos. Só para este ano custo estimado ultrapassa os 86,7 milhões de euros".

Este jornal diz ainda que os primeiros quatro dias de concurso ao superior com menos 16% de candidatos.

Já o Jornal de Notícias avança que há cada vez mais reformas acima dos cinco mil euros mensais na Função Pública. "Administradores hospitalares e juízes conselheiros dominam os primeiros lugares, mas quem levou a pensão mais alta foi Alberto Pimenta, ex-diretor dos CTT, com 9570 euros mensais", escreve.

O Correio da Manhã dá destaque às rendas da casa, que aumentam 2,25%, e ao desporto, referido que José Morinho "já soma 108 milhões em despedimentos" e fazendo a antevisão do clássico Sporting-FC Porto deste sábado.

Este jogo, que se disputa às 20h30, como não poderia deixar de ser, domina as primeiras págunas dos desportivos. O Record fala ainda das contratações do Benfica: dizendo que Sudakov já chegou e assina este s´abado e que se segue Álvarez. Também a Bola dá conta destas movimetações e titula que as águias arrumam a casa. No Jogo destaque também paraa renovação de Pepê com o FC Porto.

Em Espanha, o El Mundo da destaque a um estudo que conclui que 78% dos espanhóis querem alteração à legislação e que os imigrantes que cometem crimes sejam expulsos do país. 91,4% consideram a imigração um "problema de Estado".

O The Guardian dá conta de que em Inglaterra os pais vão pagar mais pelas refeições escolares consequência, dizem os fornecedores de alimentos, do aumento dos custos.

O Le Monde diz que "com a queda prevista de François Bayrou, Emmanuel Macron enfrenta o risco de um mandato destabilizado".

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