Exclusivo Os desafios para Portugal do discurso do estado da União

Coesão, aposta no digital, adaptação às alterações climáticas e aposta na juventude
são alguns dos pilares a que Portugal deve estar atento. União na defesa é divisiva.

Ursula von der Leyen fez há poucos dias o seu segundo discurso do estado da União, um elencar dos principais compromissos políticos da presidente da Comissão Europeia para os próximos anos. Foi um discurso "motivacional", "pela alma da Europa", traduzido no acrónimo do novo programa europeu, dedicado aos jovens trabalhadores, sublinha Paulo Sande, especialista em assuntos europeus. "Um bom discurso", mas uma "espécie de compromisso dos compromissos", que "tenta encontrar uma solução para inúmeras questões que são complicadas e que só se resolvem com cedências, com compromissos".

O que diz a mensagem de Von der Leyen em concreto a Portugal? Para Paulo Sande, o país deve "tirar ilações das várias dimensões do discurso", nomeadamente da "ideia, que fica muito reforçada, dos dois eixos fundamentais da recuperação": "Isso é muito importante porque Portugal tem que ser capaz de transformar isso num investimento e em resultados: o digital, por um lado, e o ambiente, as alterações climáticas, por outro."

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