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Ambiente

À espera de que chova. É preciso rever licenças para uso da água do Tejo

Ministério do Ambiente reconhece que, neste mês, os níveis de armazenamento "são francamente inferiores aos observados em 2018". É preciso avaliar as licenças dos recursos hídricos para uso do rio Tejo, alertam especialistas.

O Tejo vai à míngua, com os pescadores a queixar-se de que o rio parece uma ribeira em determinados trechos, num momento em que se antecipam quase nenhumas águas de março e o Ministério do Ambiente reconhece que, neste mês, os níveis de armazenamento "são francamente inferiores aos observados em 2018". Sem ficar à espera que chova, é preciso avaliar as licenças dos recursos hídricos para uso do rio Tejo, alertam especialistas.

Para já, o gabinete do ministro João Matos Fernandes afasta os sinais de alarme apontados na reportagem desta segunda-feira da TSF. Na semana passada, dia 20, o ministro do Ambiente e da Transição Energética anunciou que não há "nenhuma medida de contingência que neste momento seja decretada", recusando que haja uma "previsão de problemas graves no reabastecimento de água para o consumo humano". Dois dias depois, Matos Fernandes insistia que "a água não vai faltar nas torneiras de ninguém neste ano".

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