Premium Mariza: "Os portugueses têm de cantar Amália como os americanos cantam Sinatra"

Inspirada por Frank Sinatra e Tom Jobim, Mariza reinterpreta de forma muito própria alguns dos maiores clássicos de Amália Rodrigues, num álbum que vai muito para além do fado.

É uma coincidência de datas redondas, que cruzou, num ano tão atípico como este, as duas décadas de carreira de Mariza, a maior embaixadora do fado da atualidade, com o centenário do nascimento de Amália Rodrigues, a figura maior da história desse mesmo fado. Razão mais do que suficiente para Mariza se aventurar finalmente a interpretar em disco o legado de Amália, concretizando assim um desejo antigo, mas tantas vezes adiado.

Mariza Canta Amália - assim se chama, de forma simples e direta o disco - é composto por dez dos mais emblemáticos temas de Amália Rodrigues, como Barco Negro, Estranha Forma de Vida ou Foi Deus, interpretados por Mariza num registo mais orquestral, com arranjos do músico, maestro e compositor brasileiro Jaques Morelenbaum, colaborador habitual de gente como Caetano Veloso ou Ryuichi Sakamoto e que já em 2005 havia produzido o terceiro álbum da fadista, Transparente. O objetivo "era fazer algo intemporal, que pudesse ser ouvido daqui a vinte ou trinta anos por quem gosta de música", como revela nesta entrevista ao DN.

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