Premium Santa Maria. Falta de enfermeiros reduz neonatologia para metade

A carência "agravada" de enfermeiros levou diretora de pediatria a pedir uma redução de camas. Foi aceite. Em oito meses o serviço passa de 22 para 13 camas. Quase metade.

A falta de enfermeiros levou o Hospital de Santa Maria a determinar o encerramento de camas no serviço de neonatologia, limitando a capacidade 18 para 13. Trata-se de uma "solução de contingência" que é "imprescindível à minimização possível do risco para a segurança dos bebés e dos profissionais", lê-se num documento interno do maior hospital do país a que o DN teve acesso. Uma medida justificada com a "carência agravada de elementos de enfermagem".

Na nota da direção do departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria, é recomendado que a lotação da unidade de neonatologia seja reduzida devido "à reconhecida situação crítica do serviço de neonatologia desde há cerca de um ano".

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.