Premium "O normal é o PSD ter um candidato próprio em Lisboa e Porto"

Há diferenças de tom entre o PSD e o CDS sobre os possíveis entendimentos eleitorais. Os centristas mantêm o desafio para apostarem juntos nas autárquicas. Mas há engulhos nas câmaras de Lisboa e do Porto.

Ainda no "ponto zero" dos eventuais entendimentos entre PSD e CDS para as autárquicas e quiçá legislativas, como diz o secretário-geral do PSD e coordenador autárquico do partido, José Silvano, há algumas "certezas" que as duas forças têm e que podem agilizar ou dificultar uma negociação eleitoral concertada para "retirar mais câmaras ao PS" e criar uma frente de centro-direita em 2023 para tentar conquistar terreno à esquerda.

Uma dessas "certezas" dos sociais-democratas é que "o normal seria o PSD ter o seu candidato próprio em Lisboa e Porto". Sendo as duas principais câmaras do país das mas apetecíveis e talvez difíceis de conquistar a solo e também as que maiores dores de cabeça representam para os dois partidos e por razões diferentes.

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