Premium Homicídios, burlas e chantagem disparam na criminalidade

Exclusivo DN. No global, a criminalidade geral e a violenta continuam a descer, mas há fenómenos, como os homicídios, que aumentaram 35% nos primeiros nove meses deste ano.

Globalmente, as notícias para a nossa segurança são boas: a criminalidade voltou a descer, 2% a geral e 9% a violenta. Números que vêm confirmar a tendência dos últimos anos e do relatório de criminalidade, relativo ao primeiro semestre de 2018. No entanto, há fenómenos a aumentar, como o homicídio, as burlas e a extorsão (chantagem), que merecem preocupação especial das polícias.

São os dados partilhados pelas forças de serviços de segurança no Gabinete Coordenador de Segurança - que coordena o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) - relativos à criminalidade registada até ao final o terceiro trimestre de 2018, a que o DN teve acesso em exclusivo. Estes dados são ainda provisórios mas indicam já a tendência que se vai verificar no final do ano.

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Alentejo

Clínicos gerais mantêm a urgência de pediatria aberta. "É como ir ao mecânico ali à igreja"

No hospital de Santiago do Cacém só há um pediatra no quadro e em idade de reforma. As urgências são asseguradas por este, um tarefeiro, clínicos gerais e médicos sem especialidade. Quando não estão, os doentes têm de fazer cem quilómetros para se dirigirem a outra unidade de saúde. O Alentejo é a região do país com menos pediatras, 38, segundo dados do ministério da Saúde, que desde o início do ano já gastou mais de 800 mil euros em tarefeiros para a pediatria.