Próximo nível do ecossistema traz redução do IRS para startups

António Dias Martins adiantou alguns detalhes sobre aqueles que serão os pontos centrais da nova lei para startups, sabendo-se agora que a redução do IRS e a criação de um mecanismo de mitigação de riscos estão nos planos do Governo. Até fim do ano, a Startup Portugal lança novos vouchers e o programa "Empreende XXI", que subsidiará desempregados que queiram lançar uma startup.

António Costa Silva anunciou recentemente que o Governo está a preparar uma nova lei para startups. Sem adiantar detalhes sobre o novo enquadramento legal para as jovens empresas, o ministro da Economia garantiu que este será um dos mais competitivos do mercado Europeu. Esta quarta-feira, numa conferência durante a Web Summit, o diretor da Startup Portugal, António Dias Martins, revelou um pouco mais daqueles que serão os pontos centrais da proposta legislativa.

Reduzir o IRS para as startups, criar um mecanismo de mitigação de riscos, reforçar os business angels e elaborar um regime de stock options mais competitivo, são planos do Executivo, que conta com o contributo da Startup Portugal para alinhavar a nova lei. O objetivo, disse o responsável, é "elevar o ecossistema de empreendedorismo ao próximo nível". Para isso, frisou, há que definir-se em primeiro lugar o conceito de "startup" e, depois, conceber um regime fiscal específico para tecnológicas.

Para Marcelo Lebre, cofundador e COO do unicórnio português Remote, também presente naquela sessão, "muito mudou ao longo dos últimos dez anos". Hoje "entendemos as vantagens de ter uma empresa aqui [em Portugal]", disse. Percebendo isso, explicou, o desafio atual consiste em descobrir como atrair startups, investidores, talento. No fundo, "em como podemos fomentar o ecossistema".

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