Minuto Imobiliário. O que está a mudar na sua cidade e onde, que indiciem bons negócios? (Vídeo)

Em parceria com o Dinheiro Vivo, todas as sextas-feiras, o consultor imobiliário José Cabral, especialista no mercado residencial da Grande Lisboa e autor do blogue A House in Lisbon, lança um vídeo de cerca de 60 segundos com dicas muito práticas sobre tudo o que é importante no mercado imobiliário.

Em parceria com o Dinheiro Vivo, todas as sextas-feiras, o consultor imobiliário José Cabral, especialista no mercado residencial da Grande Lisboa e autor do blogue A House in Lisbon, lança um vídeo de cerca de 60 segundos com dicas muito práticas sobre tudo o que é importante no mercado imobiliário.

Estas mudanças trazem mudanças. Não só no que diz respeito à atração de empresas, novos negócios, turismo para as redondezas, mas também no que toca ao preço das casas e aos arrendamentos.

Quanto mais 'in' se tornarem estas zonas, será de esperar que mais caras se tornem as casas nesses lugares.

"O que está a acontecer em Portugal e eventualmente irá acentuar-se é que estas localizações mais apetecíveis alcancem valores inacessíveis para a generalidade das pessoas. Só acessíveis ao segmento alto e a investidores estrangeiros", afirmou Paulo Caiado, presidente da APEMIP (Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal), em entrevista ao Dinheiro Vivo, em agosto deste ano.

Leia também: Comprar ou arrendar casa, qual é a melhor opção?

Os preços das casas no país

De acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), no segundo trimestre de 2021, o preço mediano das casas vendidas em Portugal foi de 1268 euros por metro quadrado, um "valor que representa um crescimento de 2,2% face ao 1º trimestre de 2021 e de 6,8% relativamente ao 2º trimestre de 2020. O aumento da taxa de variação homóloga entre o 1º trimestre de 2021 e o 2º trimestre de 2021, de 3,1% para 6,8%, evidencia uma aceleração dos preços da habitação, interrompendo a desaceleração verificada no último trimestre".

Os preços das casas aceleraram em nove dos 11 municípios com mais de 100 mil habitantes na Área Metropolitana de Lisboa, de forma mais acentuada do que a nível nacional (+3,7 pontos percentuais), destacando-se "Lisboa (+9,3 p.p.), Setúbal (+7,1 p.p.), Vila Franca de Xira (+7,0 p.p.) e Cascais (+4,7 p.p.)".

Já no que toca à Área Metropolitana do Porto, dois dos seis municípios com mais de 100 mil habitantes registaram uma aceleração dos preços das casas superior à média nacional: Maia (+6,7 p.p.) e Gondomar (+6,3 p.p.).

As quatro sub-regiões com os preços mais elevados das casas no país são o Algarve (com 1875 euros /m2), a Área Metropolitana de Lisboa (1757 euros/m2), a Região Autónoma da Madeira (1460 euros/m2) e a Área Metropolitana do Porto (1333 euros/m2).

Contudo, ao longo do período analisado, a evolução foi distinta. "A Região Autónoma da Madeira e a Área Metropolitana do Porto, em conjunto com o Alentejo Litoral (1 254 euros/m2), apresentaram as taxas de variação homóloga mais elevadas (+11,5%) entre as 25 NUTS III do país. A Área Metropolitana de Lisboa (+9,7%) também apresentou uma variação homóloga superior à verificada no país, enquanto no Algarve (+3,8%) a variação dos preços situou-se abaixo daquele referencial", aponta o INE.

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