As grandes fortunas que perderam milhões com o caos em Wall Street

Semana arrancou com fortes e inesperadas quedas na bolsa norte-americana, que afetam alguns dos maiores gigantes do dinheiro.

Está instalado o pânico na bolsa norte-americana. Os principais índices de Wall Street, que durante meses a fio foram acumulando ganhos, sucumbiram, ao longo desta segunda-feira, ao inesperado - o Dow Jones superou, em menos de uma hora, os patamares dos 500, mil e 1.500 pontos perdidos. As perdas chegaram a atingir os 10%, mas a sessão fechou com menos 4.61%. Pelo mesmo caminho seguiram o índice tecnológico Nasdaq, que fechou a sessão de ontem com prejuízos de 3,78%, e o S&P500, representante das maiores 500 empresas cotadas nos EUA, que perdeu 4,11%.

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João Gobern

País com poetas

Há muito para elogiar nos que, sem perspectivas de lucro imediato, de retorno garantido, de negócio fácil, sabem aproveitar - e reciclar - o património acumulado noutras eras. Ora, numa fase em que a Poesia se reergue, muitas vezes por vias "alternativas", de esquecimentos e atropelos, merece inteiro destaque a iniciativa da editora Valentim de Carvalho, que decidiu regressar, em edições "revistas e aumentadas", ao seu magnífico espólio de gravações de poetas. Originalmente, na colecção publicada entre 1959 e 1975, o desafio era grande - cabia aos autores a responsabilidade de dizerem as suas próprias criações, acabando por personalizá-las ainda mais, injectando sangue próprio às palavras que já antes tinham posto ao nosso dispor.