Miccoli condenado a três anos e seis meses de prisão

O antigo jogador do Benfica viu confirmada a sentença de primeira instância. Em causa está um crime de extorsão agravada por associação mafiosa, dos tempos em que jogou no Palermo.

Fabrizio Miccoli, antigo jogador do Benfica, foi esta quarta-feira condenado a uma pena de três anos e seis meses de prisão pelo crime de extorsão agravada de associação mafiosa. O antigo internacional italiano viu assim o Tribunal de Recurso de Palermo confirmar a decisão já proferida em primeira instância.

Em causa está um caso que remontam a 2010 e 2011 quando Miccoli jogava no Palermo. O antigo avançado pediu nessa altura ao amigo Mauro Lauricella, filho do líder da máfia de Kalsa, para recuperar 20 mil euros que tinha emprestado ao empresário Andrea Gaffagnini para investir na compra da discoteca Paparazzi, no concelho de Isola delle Femmine, na Ilha Sicília.

Nessa tentativa de cobrança da dívida, Lauricella recorreu a métodos violentos, tendo por isso sido condenado, em julho, a sete anos de prisão.

Miccoli, de 40 anos, retirou-se do futebol em 2016, depois de uma passagem pelo Birkirkara, clube de Malta. O avançado que foi internacional dez vezes (dois golos) pela seleção italiana representou na sua carreira AC Milan nas camadas jovens, Casarano, Ternana, Perugia, Juventus, Fiorentina, Benfica, Palermo e Lecce. Jogou de águia ao peito nas épocas 2005/06 e 2006/07, tendo marcado 19 golos em 56 jogos.

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