Messi emite comunicado e mantém que não tem de pagar 700 milhões para sair do Barcelona

Pai do jogador escreveu ao presidente da Liga espanhola a garantir que este se enganou quando deu razão ao Barcelona. Braço de ferro continua entre o clube catalão e o jogador

Continua o braço de ferro entre Lionel Messi e o Barcelona. Esta sexta-feira, através de um comunicado, o pai e representante do jogador respondeu à liga espanhola, que tinha dado razão ao Barcelona na intenção do jogador em poder sair sem pagar a cláusula de rescisão de 700 milhões de euros.

Nesse sentido, Jorge Messi enviou uma carta ao presidente da Liga espanhola, Javier Tebas, reafirmando que o seu filho pode acionar a cláusula que o deixa sair do clube catalão sem ter de indemnizar o clube. "Desconhecemos qual o contrato que vocês analisaram e quais foram as bases em que se apoiaram para concluir que o mesmo contrato contém uma cláusula de rescisão aplicável em caso de o jogador decidir utilizar a extinção unilateral do mesmo, com efeitos a partir do final da temporada desportiva 2019/20. Deve-se certamente a um erro da sua parte. É óbvio que a indemnização de 700 milhões de euros prevista na cláusula prévia não é aplicável em absoluto", defendeu Jorge Messi.

No dia 25 de agosto, o canal de televisão argentino TycSports noticiou que o jogador comunicou aos responsáveis do clube catalão a intenção de sair imediatamente, tendo os dirigentes do Barça confirmado, à agência AFP, a receção de um documento com a pretensão do atleta.

Messi evocou uma cláusula do seu contrato que lhe permite rescindir unilateralmente no final desta época, antes de entrar para o último ano do contrato que tem uma cláusula de rescisão de 700 milhões de euros.

Os responsáveis do Barcelona consideram que essa cláusula caducou no dia 10 de junho, mas os advogados do jogador entendem que como a época terminou em agosto por causa da pandemia, ela não poderia ser executada antes do dia 31 de agosto.

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