Premium Já não há treinadores de longa duração. Simeone é caso raro na Europa

Das 32 equipas que esta época jogaram a fase de grupos da Champions, só duas têm o mesmo treinador há cinco ou mais épocas. E sete já mudaram nesta temporada. Exemplos de Ferguson e Wenger são difíceis de repetir.

O facto de ter sido campeão na época passada e de nesta temporada estar no primeiro lugar (em igualdade pontual com o Real Madrid) da Liga espanhola e apurado para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões de nada valeu a Ernesto Valverde. A derrota (e o contexto como aconteceu) nas meias-finais da Supertaça de Espanha diante do At. Madrid precipitou os acontecimentos e o Barcelona despediu o treinador de 55 anos, que estava no clube desde 2017-2018, quando sucedeu a Luis Enrique. O eleito foi Quique Sétien.

A tendência parece cada vez mais acentuada e praticamente já não existem treinadores de longa duração nos grandes clubes europeus. Casos como Alex Ferguson (26 anos à frente do Manchester United) e Arsène Wenger (22 anos no comando do Arsenal) parecem exemplos impossíveis de repetir no futebol atual, onde a pressão e os resultados ditam as leis e já ninguém está disposto a dar tempo e margem de manobra aos técnicos.

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