Herrera a um passo do Atlético Madrid, garantem em Espanha

Médio mexicano do FC Porto está em final de contrato e deve rumar no final da época ao clube espanhol treinador por Diego Simeone, de acordo com o jornal AS.

Héctor Herrera, 28 anos, médio do FC Porto, está a um passo de acertar a sua transferência no final da época para o Atlético Madrid, revela a edição desta sexta-feira do jornal desportivo espanhol AS.

O mexicano está em final de contrato com o FC Porto e pode deixar o Dragão a custo zero, depois de ter recusado todas as propostas para renovar o vínculo. Segundo o AS, o acordo entre o internacional mexicano e o Atlético Madrid está praticamente fechado.

Ainda segundo o diário desportivo de Madrid, o Inter Milão e o Arsenal também estão na corrida pela contratação de Herrera, mas o médio do FC Porto já terá feito a sua escolha e optou pelo Atlético Madrid de Diego Simeone. Aliás, o treinador dos colchoneros terá tido um papel preponderante na negociação, já que deu há algum tempo o seu aval à contratação de Herrera. O acordo, garante o AS, pode ser válido por três ou quatro temporadas.

Héctor Herrera assinou pelo FC Porto em junho de 2013, com os dragões a pagarem cerca de oito milhões de euros pelo seu passe ao Pachuca, do México. Nessa temporada, após oito jogos pela equipa B portista, o médio mexicano saltou para a equipa principal, tornando-se um dos jogadores mais influentes. Esta temporada já participou em 47 jogos em todas as competições e marcou sete golos.

Em novembro do ano passado, quando foi questionado sobre a situação contratual do médico mexicano, Pinto da Costa reconheceu que as negociações estavam complicadas devido às exigências de Herrera: "Se o tivéssemos vendido não recebíamos tudo, porque só temos parte do passe, se pagássemos o que ele queria para a renovação, que eram seis milhões de euros, éramos nós que pagávamos tudo, se vendêssemos teríamos de distribuir."

Ler mais

Exclusivos

Premium

Saúde

Empresa de anestesista recebeu meio milhão de euros num ano

Há empresas (muitas vezes unipessoais) onde os anestesistas recebem o dobro do oferecido no Serviço Nacional de Saúde para prestarem serviços em hospitais públicos carenciados. Aquilo que a lei prevê como exceção funciona como regra em muitas unidades hospitalares. Ministério diz que médicos tarefeiros são recursos de "última instância" para "garantir a prestação de cuidados de saúde com qualidade a todos os portugueses".