Gelson Martins. Um mês no Mónaco e o clube já quer comprá-lo

Internacional português foi cedido ao clube de Leonardo jardim pelo Atlético Madrid. Já marcou quatro golos em cinco jogos e convenceu os dirigentes do clube, que estão disponíveis para acenar já com 20 milhões de euros.

Foi literalmente chegar, ver e vencer. Gelson Martins foi cedido pelo Atlético Madrid ao Mónaco de Leonardo Jardim durante o mercado de transferências de janeiro e impôs-se logo no xadrez da equipa do monegasca - já marcou três golos e fez três assistências nos cinco jogos que realizou (quatro da Liga francesa e um da Taça da Liga de França) e tem feito grandes exibições.

De acordo com a Rádio Monte Carlo, os responsáveis do clube estão tão satisfeitos com o internacional português que já estão a pensar comprar o passe do jogador no final da época ao Atlético Madrid. Um desejo, porém, que não deverá ser fácil de se concretizar.

Gelson, de 23 anos, assinou pelo Atlético Madrid no verão, numa transferência a custo zero pois foi um dos jogadores do Sporting que rescindiu contrato com justa causa na sequência do ataque à Academia de Alcochete. Só que não conseguiu impor-se na equipa de Diego Simeone, que optou por emprestar o jogador de modo a que Gelson tivesse mais oportunidades para jogar. E o internacional português pegou de estaca na equipa de Leonardo Jardim, onde também brilha o português Rony Lopes. Desde a sua chegada, tem contribuído com golos e assistências para a recuperação do Mónaco, que conquistou 10 pontos em 12 possíveis.

Segundo a Rádio Monte Carlo, o Mónaco está na disposição de oferecer já 20 milhões de euros pelo passe do jogador, temendo que com o desenrolar da temporada o rendimento de Gelson possa inflacionar ainda mais o seu valor de mercado. O Atlético, porém, não parece estar disponível para começar negociações abaixo dos 30/40 milhões.

Recorde-se que o Sporting pretende avançar com uma queixa em tribunal para ser ressarcido da transferência do jogador na ordem dos 100 milhões de euros. os dois clubes chegaram a sentar-se à mesa para conversar, mas os espanhóis não foram além dos 15 milhões e o presidente Frederico Varandas recusou negociar. O diferendo parece porém estar para durar...

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