Dia Internacional do Canhoto: 10 pés esquerdos mágicos do futebol

Esta terça-feira assinala-se o Dia Internacional do Canhoto. Oportunidade para recordar alguns dos maiores talentos esquerdinos com a bola nos pés.

Há quem diga que os maiores génios do futebol utilizavam preferencialmente o pé esquerdo. Esta é uma ideia que não é absolutamente verdadeira, mas há uma grande a quantidade de talentos têm encantado o mundo. Neste Dia Internacional do Canhoto o DN lembra algumas das estrelas que encantaram ou ainda encantam quem gosta de futebol e entre eles estão dois portugueses.

Diego Maradona

Há quem considere este argentino de 1,65 metros o melhor futebolista de todos os tempos. O certo é que este génio marcou uma importante era no futebol, com ele a seleção das pampas chegou ao seu último título mundial no México 1986, onde num só jogo, com a Inglaterra, marcou dois golos que ficaram na história: um com a mão esquerda que disse ter sido a mão de Deus; o outro depois de fintar meia equipa inglesa com a bola colada ao pé esquerdo, o mesmo que utilizou para bater o guarda-redes Peter Shilton.

Lionel Messi

É outro argentino que tem encantado os adeptos do futebol graças ao seu pé esquerdo. Foi cinco vezes considerado o melhor jogador do mundo, um recorde que divide com o destro Cristiano Ronaldo. Aos 32 anos, esta referência do Barcelona contabiliza 671 golos como futebolista profissional, a maioria dos quais com a canhota.

Rivelino

Foi um dos melhores jogadores da história do futebol brasileiro que brilhou nas décadas de 1960 e 1970 com as camisolas do Corinthians, do Fluminense e da seleção do Brasil, com a qual conquistou o título mundial num torneio realizado no México ao lado do destro Pelé. O seu pé esquerdo era fantástico e foi com ele que inventou uma finta de fazia o delírio dos adeptos, tratava-se de um movimento rápido que ficou conhecida como "o elástico".

Roberto Carlos

O brasileiro foi um dos melhores defesas-esquerdos da história do futebol, que marcava a sua presença em campo com o poder físico, a velocidade e o remate fortíssimo com o pé esquerdo, pois claro. Dali saíam autênticas bombas, muitas vezes cheias de efeito, como aquele pontapé livre direto frente à França, em 1997, que ficou para a história como o golo impossível.

Rivaldo

Outro brasileiro que encantou pela precisão do seu pé esquerdo foi Rivaldo, eleito melhor futebolista do mundo em 1999 e três anos depois conquistou o título mundial com o Brasil. Brilhou no Barcelona e teve uma longa carreira que ficou marcada pelos 434 golos em 619 jogos, muitos deles na sequência das suas arrancadas poderosas, com os remates de fora da área ou livres diretos teleguiados.

Hristo Stoichkov

O pé esquerdo deste búlgaro era o complemento ideal para o futebol genial e de explosões que davam cabo da cabeça aos defesas contrários. Fez parte do Dream Team montado por Johan Cruyff no Barcelona, que conquistou o primeiro título europeu do clube em 1992.

Paulo Futre

Numa lista de canhotos que marcaram o futebol tinha de estar o português Paulo Futre, jogador explosivo e genial cujo pé esquerdo, aliado à velocidade, eram o pesadelo para qualquer defesa. Que o digam os adeptos do Atlético de Madrid que viveram tantos momentos inesquecíveis.

Mohamed Salah

O extremo egípcio do Liverpool é um dos jogadores do momento. É um autêntico abre latas das defesas contrárias, além de ter grande apetência para marcar golos: nas duas últimas épocas foram 71 e permitiram ao clube inglês estar em duas finais da Liga dos Campeões consecutivas, uma ganha e outra perdida.

Bernardo Silva

Os elogios de Pep Guardiola ao internacional português são incontáveis. E Bernardo Silva tem feito questão de agradecer ao treinador do Manchester City em campo com jogadas brilhantes, sempre com a magia que sai do seu pé esquerdo. Ao serviço da seleção nacional foi importante na conquista da Taça das Nações, competição em que foi considerado o melhor jogador.

Antoine Griezmann

O avançado francês foi protagonista de uma das transferências mais badaladas deste verão ao trocar o Atlético de Madrid pelo Barcelona por 120 milhões de euros. Griezmann destaca-se por um pé esquerdo tremendamente eficiente, quer no remate, quer nas assistências. Esta época via dividir o palco com outro mágico esquerdino: Lionel Messi.

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