Leões oficializam Rúben Ribeiro, Wendel e Misic

Sporting anunciou a contratação dos três jogadores, que vão deixar Rio Ave, Fluminense e Rijeka e ficar com uma cláusula de rescisão fixada nos 60 milhões de euros

O Sporting anunciou este sábado a contratação do médio ofensivo/extremo português Rúben Ribeiro (ex-Rio Ave), do médio brasileiro Wendel (ex-Fluminense) e do médio croata Josip Misic (ex-Rijeka).

O jogador luso de 30 anos assinou um contrato válido por duas épocas e meia (com mais uma de opção), ficando com cláusula de rescisão fixada nos 60 milhões de euros, o mesmo valor das de Wendel e Misic, que vão ficar vinculados até 2023.

"Sinto-me muito agradecido. Este é o clube do Cristiano Ronaldo, um grande jogador. Estou muito feliz por estar aqui e quero agradecer ao Presidente que batalhou muito para estar cá. Fiquei muito feliz, era um sonho que vou agora realizar e quero dar muitas alegrias à torcida. Sempre sonhei com isto com a minha mãe e os meus amigos, e está agora a realizar-se. Gosto de jogar no meio-campo e o meu ponto forte é o remate. Quero ajudar a equipa, mostrar o meu futebol e trabalhar. Tenho um amigo, o Paulinho, que está na equipa B, mas não falei com ninguém antes de vir", afirmou o brasileiro, em declarações reproduzidas pelo site dos leões.

"Já sei muitas coisas sobre Lisboa e o Clube. Vir para o Sporting CP é um grande passo na minha carreira. Vou dar tudo de mim! Não pensei duas vezes em vir para Alvalade. O Ristovski falou-me muito do Clube, só coisas boas, e aconselhou-me a vir. Esta é uma grande oportunidade: o Rijeca é um bom Clube mas o Sporting é ainda maior no Mundo inteiro", disse por sua vez o sérvio, também citado pelo portal dos verde e brancos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

"Petróleo, não!" Nesta semana já estivemos perto

1. Uma coisa é termos uma vaga ideia de quão estupidamente dependemos dos combustíveis fósseis. Outra, vivê-la em concreto. Obrigado aos grevistas. A memória perdida sobre o "petróleo" voltou. Ficou a nu que temos de fugir dos senhores feudais do Médio Oriente, das oligopolísticas, campanhas energéticas com preços afinados ao milésimo de euro e, finalmente, deste tipo de sindicatos e associações patronais com um poder absolutamente desproporcionado.