Sporting vence na Luz e sagra-se campeão de futsal pela 16.ª vez

Leões venceram rival por 6-2.

O Sporting conquistou este domingo o 16.º título de campeão português de futsal com uma exibição categórica, diante de um Benfica desnorteado e muito desastrado, que se traduziu num expressivo 6-2, no quarto jogo da final.

O Benfica inaugurou o marcador, pelo russo Ivan Chishkala, aos nove minutos, mas uma rápida e fulgurante reação permitiu ao Sporting chegar ao 3-1 no espaço de pouco mais de um minuto, por Pauleta e Tomás Paçó, aos 10, e Pany Varela, aos 11.

No segundo tempo, o ítalo-brasileiro Alex Merlim e Erick Mendonça ampliaram ainda mais a superioridade 'verde e branca', com golos aos 24 e 28 minutos, o japonês Rafael Henmi ainda reduziu, aos 32, mas o guarda-redes brasileiro Guitta sentenciou as contas aos 36, beneficiando do 5x4 contrário para atirar para a baliza deserta.

Devido ao cancelamento do último campeonato, em 2019/20, devido à pandemia de covid-19, o Sporting sucedeu ao Benfica, campeão em 2018/19, na conquista da prova, que concluiu um ano 'perfeito', onde se inclui a Liga dos Campeões arrebatada.

Os 'encarnados' entraram determinados no encontro, com um par de ocasiões de Arthur a testar a atenção de Guitta, mas a melhor oportunidade da etapa inicial pertenceu ao Sporting, numa bola parada travada pela trave da baliza de Roncaglio.

O conjunto orientado por Joel Rocha logrou chegar à vantagem no marcador, à passagem dos nove minutos, numa grande jogada coletiva culminada por Chishkala, que apareceu bem ao segundo poste, a encostar um passe de Arthur pela ala direita.

Contudo, a reação 'leonina' foi instantânea, já que escassos segundos depois Pauleta aproveitou um erro de Fábio Cecílio em zona 'proibida' para empatar o jogo, o que acabou por 'destruir' o Benfica, incapaz de aguentar uma vantagem muito preciosa.

No mesmo minuto, o Sporting operou a reviravolta, numa jogada protagonizada pelos dois jovens mais talentosos do conjunto 'verde e branco': Zicky trabalhou bem e combinou com Tomás Paçó, que atirou de cabeça e colocou os 'leões' no comando.

Se o descalabro 'encarnado' já era grande, mais ficou quando nova perda de bola, desta vez de Chishkala, ditou o terceiro golo 'leonino', em pouco mais de um minuto, aos 11, por intermédio de Pany Varela, que 'roubou' ao russo e bateu Diego Roncaglio.

Joel Rocha pediu de imediato pausa técnica, como forma de corrigir as desatenções 'fatais', mas o Sporting apresentou-se sempre com muita garra no capítulo defensivo e ainda voltou a provocar calafrios antes do intervalo, num remate perigoso de Rocha.

Já no segundo tempo, um forte disparo de Merlim, aos 24 minutos, colocou o marcador em números expressivos a favor do Sporting, que não se ficou por aí e chegou aos 5-1 aos 28, desta feita por Erick Mendonça, a conquistar uma bola perdida à frente de Roncaglio e a fintar o brasileiro, perante a enorme passividade contrária.

Goleados no seu reduto, num jogo decisivo, o Benfica optou por colocar de imediato Tiago Brito no papel de guarda-redes avançado, a cerca de 10 minutos do fim, e ainda reduziu a desvantagem aos 32, por Rafael Henmi, num lance em que Guitta pareceu mal batido e reacendeu uma ténue esperança das 'águias', mas a tarefa era hercúlea.

O Sporting 'fechou' bem os espaços em frente à sua baliza, exceto aos 36, quando Tiago Brito, em cima da linha de golo, falhou de forma clamorosa, permitiu que Guitta pegasse na bola e, sem ninguém na baliza contrária, sentenciasse de vez o resultado.

Resignado, o Benfica procurou resgatar um golo que diminuísse a diferença e, nos segundos finais, viu uma enorme defesa de Guitta e um remate à trave, quando o banco 'leonino' já fazia a festa, que, após o apito final, se estendeu para a quadra.

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