Queda atira Miguel Oliveira para o décimo lugar na qualificação

Piloto português da KTM não conseguiu repetir a pole position do ano passada. O mais rápido na pista de Portimão este sábado foi Fabio Quartararo (Yamaha).

A qualificação para o Grande Prémio de Portugal de MotoGP, de domingo, ficou marcada por muitas quedas, um acidente grave com Jorge Martin e várias penalizações. Miguel Oliveira foi um dos pilotos que caiu na pista de Portimão - onde o ano passado venceu. O português sofreu uma queda quando faltava meio minuto para o final da qualificação e num momento em que estava com o 6.º melhor tempo, terminando em 11.º lugar.

O piloto da KTM não conseguiu assim repetir a pole position do ano passado. O primeiro lugar na grelha de partida é de Fabio Quartararo (Yamaha), que fez a melhor volta e com recorde do circuito de Portimão.

Fabio Quartararo (Yamaha) beneficiou de uma volta cancelada a Francesco Bagnaia (Ducati), que não respeitou a bandeira amarela durante a queda de Miguel Oliveira (e até fez a volta mais rápida). O português da KTM também beneficiou dessa penalização de Bagnaia, uma vez que o piloto português ia sair de 11.º lugar e assim subiu uma posição.

Álex Rins (Suzuki) vai sair do segundo lugar, seguido de Johann Zarco (Ducati). Marc Márquez (Honda), o hexacampeão que está de regresso ao MotoGP, após ser operado e ter parado nove meses, sai da sexta posição, enquanto o compatriota e companheiro de equipa, Pol Espargaró sai de 14.º posição. Já Valentino Rossi (Yamaha) não conseguiu ir além do 17.º lugar.

A corrida do Grande Prémio de Portugal de MotoGP irá decorrer este domingo, a partir das 13.00.

"Tenho feridas nas mãos e braços e numa perna"

"A quarta fila da grelha é o que temos de aceitar. Não estou a 100 %, tenho feridas nas mãos e braços e numa perna. Mas não há muito que possa fazer do que gelo e tentar reduzir a inflamação", revelou o piloto da KTM, ressalvando "não estar preocupado" com a corrida, que espera " suave e a ganhar lugares desde o arranque".

Para o piloto de Almada as várias quedas que aconteceram ao longo do dia acabam por ser algo normal na modalidade."É um desporto motorizado, é perigoso e quando se cai tanto se pode sofrer alguma coisa como não ter nada. Não se pode culpar o desporto", disse sem querer "alinhar em teorias da conspiração" em relação aos pneus Michelin.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG