Exclusivo A música barroca portuguesa pela Europa fora, como no tempo de D. João V

Depois do interregno forçado pela pandemia, a orquestra barroca Divino Sospiro volta à "estrada". Na bagagem leva o que de melhor se fez na música de corte portuguesa na época das Luzes.

No ano de 1729, estando Maria Bárbara de Bragança para casar com Fernando VI de Espanha, dispôs a princesa que, no séquito pessoal que levaria para Madrid, figurasse Domenico Scarlatti. Nove anos antes, o músico italiano chegara a Lisboa, vindo de Roma, para continuar o seu trabalho de composição, mas também para se encarregar da educação musical da infanta de Portugal que viria a ser Rainha de Espanha e uma melómana de exceção.

"Omnipresente na música portuguesa do século XVIII", diz Massimo Mazzeo, maestro da orquestra de música barroca Divino Sospiro, "Scarlatti mostra também, pelos anos que passou em Portugal, como este país foi um centro cosmopolita de difusão e produção musical sobretudo nos reinados de D. João V e seu filho, D. José I."

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