Arroios e Paranhos são as zonas de Lisboa e Porto com mais alojamento para estudantes

A plataforma on line Uniplaces ressalva que tanto em Lisboa como no Porto se registou um aumento no preço das rendas face a 2017.

As zonas de Arroios e de Entrecampos, na cidade de Lisboa, e as de Paranhos e Cedofeita, no Porto, são os locais com mais opções de alojamento para estudantes, segundo dados da plataforma online de alojamento Uniplaces divulgados esta quarta-feira.

De acordo com a informação referente a 2018, enviada à Lusa, Arroios, que apresenta uma renda média de 380 euros, é a zona da cidade de Lisboa com mais opções para os estudantes, apresentando um total de 522 ofertas disponíveis. A segunda zona da capital com mais opções de arrendamento para universitários é a de Entrecampos, disponibilizando 287 ofertas, com uma renda média de 413 euros.

Ainda em Lisboa, as zonas de Alvalade, Benfica e Picoas são outros dos locais mais procurados pelos estudantes universitários, apresentando em conjunto 650 ofertas, com um preço médio de arrendamento entre os 373 e os 435 euros. Por outro lado, a zona histórica do Castelo é a parte da cidade com um número mais reduzido de opções de arrendamento para estudantes, sendo dinamizada, sobretudo, pelo aluguer a curto prazo.

Já na cidade do Porto os dados referem que é na zona de Paranhos que os estudantes podem encontrar mais quartos ou casa para arrendar, estando 442 ofertas disponíveis, com uma renda média de 308 euros.Segue-se a zona de Cedofeita, que tem registo na plataforma de 225 ofertas e uma renda média mensal de 314 euros.

Bonfim, Santo Ildefonso e Campanhã são as restantes zonas da cidade do Porto com maior oferta, apresentando em conjunto 468 ofertas e uma renda média que varia entre os 297 e os 346 euros. Já Nevogilde é a freguesia do Porto com menos oferta disponível.

A Uniplaces ressalva que tanto em Lisboa como no Porto se registou um aumento no preço das rendas face a 2017.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.

Premium

Marisa Matias

Greta Thunberg

A Antonia estava em Estrasburgo e aproveitou para vir ao Parlamento assistir ao discurso da Greta Thunberg, que para ela é uma heroína. A menina de 7 ou 8 anos emocionou-se quando a Greta se emocionou e não descolou os olhos enquanto ela falava. Quando, no final do discurso, se passou à ronda dos grupos parlamentares, a Antonia perguntou se podia sair. Disse que tinha entendido tudo o que a Greta tinha dito, mas que lhe custava estar ali porque não percebia nada do que diziam as pessoas que estavam agora a falar. Poucos minutos antes de a Antonia ter pedido para sair, eu tinha comentado com a minha colega Jude, com quem a Antonia estava, que me envergonhava a forma como os grupos parlamentares estavam a dirigir-se a Greta.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

O governo continua a enganar os professores

Nesta semana o Parlamento debateu as apreciações ao decreto-lei apresentado pelo governo, relativamente à contagem do tempo de carreira dos professores. Se não é novidade para este governo a contestação social, também não é o tema da contagem do tempo de carreira dos professores, que se tem vindo a tornar um dos mais flagrantes casos de incompetência política deste executivo, com o ministro Tiago Brandão Rodrigues à cabeça.